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Túnel do Tempo - Capa Criativa Janeiro de 2005 - Efeito borboleta.

Maria Maya diz que sempre foi mulherão, mas foi na pele da sambista Regininha que ela saiu do casulo e se consagrou como uma das mais promissoras atrizes da nova geração

Texto:
Rosana Sperandéo
Fotos: Debby Gram


'' Maria é um nome muito forte, exige bastante atitude e personalidade''

Em cena da novela 'Senhora do Destino', a passista Regininha surge de biquíni, começa a sambar, e se forma uma roda à sua volta. Seu jeito sensual hipnotiza os homens - e também os telespectadores. A sambista do folhetim global conseguiu mostrar ao país um lado desconhecido de sua intérprete, a atriz Maria Maya: a menininha que antes só encarnava personagens comuns, até feias, virou um mulherão. Aos 23 anos, mais madura, mais bonita, Maria provou que não está na trama global apenas por ser filha de um nome prata da casa, o diretor Wolf Maya, mas porque se tornou ótima atriz.

Ela se espanta com o frisson que tem causado em sua versão 'gostosa'. Nem considera Regininha a personagem mais importante da carreira. 'É claro que me deu visibilidade e mostrou um lado sensual. Só que eu já era assim. Posso ter emagrecido um pouco, mas sempre fui bonita e chamei a atenção', diz, autoconfiante. A amiga e parceira de teatro Suzana Pires confirma: 'Morro de rir com esse negócio, parece que descobriram a pólvora. A Maria sempre foi sexy e assediada, é o jeito natural dela'. Expansiva, brincalhona e decidida, Maria garante que já estava habituada a ter muitos amigos e 'todos os homens que quis' - entre eles o ator Henri Castelli, atual namorado da top model Isabeli Fontana.

'Eu considero a Regininha um dos marcos na vida da Maria', afirma o pai, Wolf Maya. 'Acho que ela, como quase todas as mulheres, tem esse ciclo da borboleta, que se enclausura e de repente se refaz. Ela vive um momento assim, de desabrochar, e isto me encanta.' Essa doçura se transforma em rigidez quando Maya dirige a filha na atração do horário nobre. 'É porque a conheço bem e sei de tudo que ela é capaz.' A atriz gosta da experiência. 'É fascinante trabalhar com ele, porque o Wolf é um megadiretor, um gênio, e não é porque é meu pai, não', derrete-se. Cobranças, os dois garantem que não há. O que existe é uma rica troca artística que caminha em paralelo à relação familiar. 'Cada vez Maria me surpreende mais. Acho que é uma das maiores atrizes da geração dela', diz o pai.
Vôo precoce
Maria começou a voar cedo. Aos 16 anos, passou seis meses em Nova York estudando dança e, aos 18, saiu de casa para morar sozinha. Ela mantém controle total sobre a própria vida desde garota. 'Sempre fui precoce', orgulha-se. Sua estréia na TV foi na novela 'Cara e Coroa', de 1995. No ano seguinte, viveu a marcante adolescente Kelly Bolla de 'Salsa e Merengue' e, em 2003, encarnou Lili, de 'Chocolate com Pimenta'. Entre essas duas novelas, participou das minisséries 'Hilda Furacão', 'O Quinto dos Infernos' e 'A Muralha', na qual despertou a atenção do público com a índia Moatira. Só para fazer o teste e ganhar o papel, Maria raspou sobrancelhas, viveu um mês em uma aldeia indígena e estudou tupi-guarani. Passou a minissérie inteira praticamente nua e quase sem falar, em uma atuação bastante intensa.

A veia artística também foi herdada do lado materno. Maria é filha da atriz Cininha de Paula, neta da atriz Lupe Gigliotti, sobrinha-neta do humorista Chico Anysio e prima do ator Marcos Palmeira - e ainda de quebra afilhada da atriz Natália Thimberg. 'Mas ninguém me pressionou a seguir a carreira', adianta. 'Queria cursar administração de empresas, montar um teatro e ganhar dinheiro à custa da família', brinca. A decisão durou até pôr os pés em um palco profissionalmente pela primeira vez, aos 13 anos, na peça 'A Menina e o Vento', produzida por sua família. 'Me apaixonei e percebi na hora que não poderia fazer outra coisa na vida.' Maria viveu entre coxias e viu os pais passarem necessidade. 'Ela sempre teve uma visão muito clara, honesta e objetiva do sucesso. Acredito que não é só isso que ela procura', diz o pai.

Como Wolf Maya, Maria já andou atrás das câmeras. Quis ser assistente de Marlene Mattos, quando a então poderosa da Globo dirigia o programa 'Jovens Tardes'.Até se preparou fazendo oficina de direção com Paulo José, em 2002.Mas, como a equipe do programa já estava formada, Maria foi ser assistente de direção em 'Malhação' e 'Sítio do Picapau Amarelo'.

De folga, Maria gosta de ser DJ em festas de amigos. Ou de ficar em casa curtindo o marido, o ator Ernani Moraes, 25 anos mais velho, e os cães Artaud e Pina Bausch. O casal se conheceu nas gravações de 'Chocolate com Pimenta'. Tecnicamente, Ernani e sua 'Amadinha', apelido carinhoso que deu a Maria, moram em casas separadas. Na prática, estão sempre juntos. Embora chamem a relação de casamento, ela não esconde o desejo de um dia casar de fato na Igreja.
Capoeira e musculação
Com a forma física invejável, já pipocaram convites para posar nua. 'Não tenho nada contra, mas acho óbvio fazer isso agora, quando vivo uma personagem sexy. Em outro momento, quem sabe?' O sucesso nesse campo provoca ciúme no marido. 'Ele torce para que eu acorde com uma espinha no meio da cara ou para que engorde', debocha. A espinha até pode aparecer, mas vai ser difícil desandar o corpão conquistado com dieta, dois anos de capoeira e recentes seis meses de musculação. Ela emagreceu oito quilos com o 'regime das notas', indicado pelo endocrinologista carioca Guilherme Azevedo Ribeiro. O médico explica que a dieta não proíbe nenhum alimento: 'Há apenas limitação de quantidades. Assim, a pessoa aprende a comer o que gosta e não engorda quando pára o regime'.

Ao se preparar para entrar na piscina gelada para fazer as fotos desta capa, a atriz brinca e diz que é mais difícil se chamar Maria do que encarar a água superfria. 'É um nome muito forte, exige bastante atitude e personalidade.' Que, aliás, essa Maria tem de sobra.

Praticamente bela
Cabelo - Para viver Regininha, Maria Maya fez megahair no salão Hair Lenghts, de São Paulo. Tem que lavar os cabelos em três partes: primeiro aplica o xampu Tea Tree, da Paul Mitchell, nos fios naturais, que são finos e oleosos; depois outro xampu, o Energy, da Senscience, nos cabelos da Regininha, mais grossos e ressecados. O terceiro passo é a aplicação de condicionador da marca Citrè Shine nas pontas, para revitalizar os fios.

Rosto - Borrifa água mineral Evian gelada antes de maquiar. À noite, para tirar resíduos de maquiagem, lenços umedecidos da marca Comodynes.
Pele do corpo - 'Acho que a pele se acostuma aos produtos e eles deixam de fazer efeito. Por isso, não passo nada', garante a atriz. Até sabonete ela só usa nas partes íntimas - e o mais neutro possível.

Saúde - Ela faz tratamento ortomolecular e, por isso, toma 28 cápsulas de vitaminas e sais minerais por dia.














































''Claro que Regininha me deu visibilidade e mostrou um lado sensual.Só que eu já era assim. Sempre fui bonita e chamei a atenção''

Fonte: Criativa
Credito: Ellen (Torloni Star).



Postado por Daiane Rodrigues

Maria Maya - Participação especial no Sítio do Picapau Amarelo.

Olá Galera, momento tunel do Tempo...

Maria Maya fez uma participação especial no Sítio do Picapau Amarelo.
E na época ela conquistou o público com a personagem "Tonica Ventania" .

Resultados:

Trovoada 18 (12%)
Itamar 36 (24%)
Ventania 54 (36%)
Zorelha 18 (12%)
Josino 4 (2%)
Verino 4 (2%)
Venta Larga 13 (8%)

Total de votos: 147

Nóticia do dia 28/10/09.

Fonte: Pablog do Sítio do Pica Pau Amarelo.
Postado por Daiane Rodrigues

A Menina e o Vento - 1995

Olá Galeira, opa... Olha que acabamos de encontrar na internet, a peça de teatro "A menina e o vento" com Maria Maya, mechendo no baú sempre encontramos algo brilhante, da nossa querida Maria tinha apenas 14 anos, pré adolecente. Infelizmente a foto é pequena, mas é sempre bom relembrar o trabalho da grande atriz.
Espero que gostem!!!

A Menina e o Ven
to - 1995

Direção: Lupe Gigliotti e Cininha de Paula

Programa
Um projeto Cultural
Papa Tudo e Xuxa Produções
Cartaz
"O vento é meu amigo e na cacunda dele tenho visto coisas lindas!"
Maria Clara Machado

Gostaríamos de agradecer a:

Fotolitos Quimicolor, Rio Palace, Casa Veneza, DRQ Gráfica e Editora, Polar, Coisa de Camarim, Dermage, Flocotécnica, J. Boueri,Verzani Sapatilhas feitas a mão, Catsapa, Telerj, Lunetterie, Sand's, Acrilic Color, CP Shoes - Cia dos Pés, Circulo Militar, Studio 6 Academia, Academia Coelho, Lidice.

Marcelo Caridad e Maria Maya
Foto Guga Melgar


"Dedicar uma vida a uma arte e ver esta arte passar de geração em geração. A Menina e o Vento, um ato de amor!"
Lupe Gigliotti - Direção Geral

"Dirigir,produzir. Ah!...Que bons ventos levem!. Eu, minha menina...esta família de ventoinhas."
Cininha de Paula - Direção Geral
"Produzir é ressuscitar a cada dia, acada trabalho, a cada não"
José Luiz Coutinho - Direção de Produção

"Compôr para crianças é sempre recompensador principalmente à partir de um texto de Maria Clara Machado."

Maria Maya e Diego Larrea
Foto Guga Melgar


Tim Rescala - Direção musical e Músicas

"Dançar com ingenuidade de uma menina e com a leveza de uma brisa, essa brincadeira gostosa é a Menina e o Vento."
Eduardo Martini - Direção de Coreografia

Elenco
Regiana Antonini: Tia Adelaide
Claudia Rodrigues: Tia Adalgisa
Diego Larrea: Pedro
Maria Maya: Maria
Heloisa Perissé: Tia Aurélia
Stella Maria Rodrigues: Avó,Mãe e Titias
Karla Suita: Mãe e Avó
Marcelo Caridade: Vento
Nizo Neto: Comissário Plácido
Ronaldo Vianna: Pacífico
Bruno Marques: Repórter
Roberto Lima: Comissário e o Vento
Marcos Noronha: Crispim

Ficha Técnica

"Nunca,na minha vida, imaginei poder vestir Vento"
Claudio Carpenter - Figurino

"Sonhos, fantasias e emoções podem se tornar realidade!"
Tadeu Catharino - Cenário

"Nosso Vento é verde .Não é engraçado?!"
Paulo César Medeiros - Luz

"Para atingir as grandes metas,trabalhamos duramente e perseguimos sempre a Estrela"
Marcelo Marques - Adereços

"Deixe o vento te levar... Vem comigo sapatear!"
Flavia Rinaldi - Coreógrafa de sapateado

Agradecimentos
Ana Mafalda Woods, Carla Costa, Chico Anísio, Clube Piraquê, Doris Kasminsky, Edu Feijó, Elano de Paula, Fafy Siqueira, Funarj, Gisela Saldanha, Helena Einsfeld, Henrique Gonçalves, Italo Rossi, Ju Cassou, Levy Cerkes, Lug Paula, Mapa Video, Marcelo Sebá,
Maria Clara, Marlene Mattos, Milton Sprovieri Martini, Norma Porta Martini, Paulo Ghelli, Regina Rodrigues, Rodolfo Monteiro, Rose Larrea, Rossane Maia, Sandra Suelly de Souza, Spinto, Simô, Thaís de Campos, Yedda do Rego Alves, Delfim, DeMillus, Native, Ipanema Design, Walk, Victor Antony, Glorinha Paranaguá, Via 3, Tessuto, FAET, O Boticário

Monte o catavento e venha brincar com A Menina e o Vento!

Um Projeto Cultural: Papa Tudo Xuxa Produções
Programação visual: Claudia Martini
DRQ Gráfica e Editora Fotolitos Quimicolor

Fonte: CBTIJ

Postado por Daiane Rodrigues

Os personagens indígenas das novelas.

A minissérie A Muralha contava a saga dos primeiros habitantes do Brasil recém-descoberto. O foco principal eram as batalhas entre os bandeirantes e os índios, que lutavam bravamente para proteger suas terras. André Gonçalves e Maria Maya ficaram irreconhecíveis com a transformação que passaram para viverem Apingorá e Moatira.

Lista dos personagens indígenas clinca aqui -> Clicrbs

Postado por Daiane Rodrigues
Pessoal a nossa colega dona do blog da "Nivea Stemann" postou fotinho da nossa querida Maria Maya no tempo da novela "Chocolate com Pimenta" .

Como diz rede globo ( Túnel do tempo)

fotinho da Maria fazendo umas aulas de baliza junto com suas colegas Nivea Stelmann e Sabrina Rosa, nos bastidores da novela (CHOCOLATE COM PIMENTA)

Então vamos lembrar um pouquinho dela em sua personagem Lili.


Secretária do médico Paulo,
apaixona-se por ele. Hipocondríaca,
será o personagem que alertará contra
os perigos da automedicação.


Estaremos postando tudo sobre a novela na próxima postagem, queríamos relembrar um pouquinho pelo fato da fotinho dela com os bastidores desta novela.
Gente estávamos com bastante novidades, mas tarde estaremos postando aqui.

Fonte: Nívea Stelmann/ Dramaturgia

Postado por Daiane Rodrigues





Aos 17 anos Maria interpretou " Zora " no Hilda Furacão.

Período de exibição: 26/05/1998 - 23/07/1998




Video:


Introdução da Minisséries Hilda Furacão.

A Trama:
- Adaptação do romance homônimo do escritor mineiro Roberto Drummond, a minissérie Hilda Furacão conta a trajetória de Hilda Gualtieri Müller (Ana Paula Arósio), que, por opção, abandonou a vida na alta sociedade e se tornou uma das meretrizes mais famosas de Minas Gerais, no final da década de 1950 e início dos anos de 1960.

- A trama é narrada a partir do ponto de vista de Roberto Drummond (Danton Mello), um jovem idealista ligado à esquerda, que vai viver em Belo Horizonte com seus amigos de infância, passada em Santana dos Ferros. São eles: Malthus (Rodrigo Santoro), conhecido como “O Santo”, que vai para capital mineira a procura de um convento de dominicanos; e Aramel (Thiago Lacerda), um rapaz muito bonito que pretende aprender inglês, sonhando em um dia ser ator em Hollywood.

- Os três amigos passam juntos pela experiência de chegar a uma cidade grande, plenos de expectativas, vivenciando as descobertas proporcionadas pela vida na metrópole. Em época de plena efervescência política, Drummond conhece Hilda durante uma missa dançante do Minas Tênis Clube, onde ela ganha o concurso de Miss Verão, a garota do maiô dourado. Além da beleza, Hilda parece possuir algo diferente, que mobiliza o talento do rapaz para escrever. Drummond logo se torna repórter iniciante do jornal Folha de Minas, e responsável por traçar um perfil com a história surpreendente de Hilda.

- No dia da premiação do concurso, Hilda é pedida em namoro e acaba noivando, logo em seguida, com Juca (Pedro Brício). Incerta das decisões que a vida lhe levara a tomar, Hilda procura Madame Janete (Arlete Salles), uma vidente que lhe assegura que aquele com quem ela estava comprometida não era o homem da sua vida. Madame Janete também vê no passado de Hilda a morte de um homem apaixonado, o que a jovem confirma. Seu noivo Dalton havia se matado depois que ela se recusara a se casar. Hilda ainda ouve da vidente que seu verdadeiro amor só se cumprirá após muito sofrimento, e está relacionado à perda de um sapato seu. O homem que lhe devolvesse esse sapato seria seu grande amor.

- Revoltada com o que considerou uma farsa da vidente, Hilda se ocupa com os preparativos do casamento e o enxoval. No dia da cerimônia, entretanto, recusa-se a ir até a igreja e pede que seu noivo vá encontrá-la em sua casa. Ela diz que não quer se casar, e os dois brigam. Juca a acusa de ter como único objetivo iludir os homens e chega a propor que ela tenha amantes e os leve para a lua-de-mel, desde que isso o livre da vergonha pública de ser abandonado no dia de seu casamento. Mas Hilda não volta atrás.

- Depois de brigar com a mãe, Bertha (Eliane Giardini), que achava que a filha deveria casar-se a qualquer custo, mesmo sem amar o noivo, Hilda pega suas malas e sai de casa sem destino. Acaba parando em frente ao Maravilhoso Hotel, na zona boêmia e de prostituição de Belo Horizonte. Vestida de noiva, desperta a curiosidade de todos. Lá, é acolhida no quarto 304.

- Desafiando o pesado senso moral e de bons costumes da época, a jovem cansa-se da hipocrisia social do meio em que vive e muda radicalmente seu modo de encarar a vida, deixando de lado o pedestal de princesa sobre o qual se ostentava. Fazendo de seu vestido o véu de sua cama, Hilda se torna a mais disputada meretriz de Belo Horizonte.

- Para escândalo da conservadora sociedade mineira, Hilda se tornou mito entre os freqüentadores boêmios e a imprensa da época, que seguia cada passo seu. Ela passa a freqüentar o Montanhês Dancing Club, com apresentação de orquestra e shows com mulheres fazendo striptease, e vira sensação entre os homens do local, que enfrentavam longas filas de espera até o triunfal encontro com a ex-menina da alta sociedade. No Montanhês, faz grandes amigos como o travesti Cintura Fina (Matheus Nachtergaele) e a estivadora Maria Tomba-Homem (Rosi Campos), que viviam nas cercanias do clube.

- Pouco depois, a profecia começa a se cumprir. Após um acidente, Hilda perde um sapato, que é encontrado pelo agora frei Malthus. Após saber quem o encontrara, ela passa a assediá-lo. Para escapar à atração que sente pela moça, o frei se inflinge punições físicas e consome grandes quantidades da geléia de jabuticaba feita pela sua mãe.


- Aos poucos, Malthus entende que está apaixonado por Hilda e vê seus planos de se tornar santo irem embora. Planos que, na verdade, eram de sua mãe, Dona Neném (Zezé Polessa), que o criara para ser dedicado ao Senhor. Após muito fugir da tentação, Malthus recebe um ultimato de Hilda, que diz estar indo para o Rio de Janeiro e ter comprado duas passagens, marcando a hora da partida de ambos. Incerto de seu futuro, o frei convence-se de que o maior sacrifício Cristo já havia feito em seu lugar e, assim, vê-se livre para viver seu grande amor. Ele liga para Hilda e confirma que partiria junto da amada no horário marcado. Hilda deixa a vida no hotel e se despede de todos os amigos oferecendo-lhes presentes.


- No dia combinado, a caminho da estação, Malthus é preso por subversão. Sem saber do ocorrido, Hilda segue viagem para o Rio, sentindo-se abandonada. O desencontro do casal se dá pelos tumultos do dia 1º de abril de 1964 e os inúmeros protestos em função da recém instalada ditadura militar no país.


- Quatro anos depois, os dois se reencontram numa passeata no Rio de Janeiro. Mathus havia se tornado integrante da igreja progressista e lutava por ideais de justiça social. Após ver um sapato no chão e deixar cair sobre ele seu terço, Malthus pega o calçado e procura em volta, encontrando Hilda. Voltam às lembranças, e ambos se beijam apaixonadamente.


- Drummond acaba se casando com Bela B. (Carolina Kasting), por quem era profundamente apaixonado, e Aramel finalmente consegue fazer um filme, onde aparece atuando como motorista, abrindo a porta de um automóvel para Marilyn Monroe.

Produção:
- A fictícia cidade de Santana dos Ferros teve como locação a histórica Tiradentes (MG), que foi em grande parte caracterizada como um centro urbano da década de 1960. Para isso, ruas foram fechadas, as fachadas de algumas casas coloniais sofreram alterações, e lampiões foram trocados. No Projac, além dos cenários de estúdio, também foram criadas locações importantes para a minissérie, como o Maravilhoso Hotel (com três andares, 15m de altura, e mais de dez ambientes de interior reproduzidos em estúdio), o Montanhês Dancing Clube e mais oito prédios que circundavam a praça.

- Na produção de arte e nos figurinos procurou-se caracterizar a protagonista em duas fases diferentes. Quando jovem da sociedade mineira, usando saias rodadas, godês junto a penteados bolo de noiva e, em seguida, fazendo um tipo mais hollywoodiano, quando passa a morar no quatro 304 do Maravilhoso Hotel.

- Os maiores eventos da série foram gravados na Câmara Municipal de Niterói durante cinco madrugadas. Já a escolha da Miss Verão 59 foi gravada no Hotel Glória, que reproduzia um salão do Minas Tênis Clube. A finalização do roteiro de produção aconteceu em Belo Horizonte, onde foram feitos planos grandes de gravação para recriar o Golpe de 1964. As gravações na Praça da Liberdade reuniram mais de 600 figurantes, num total de cerca de mil pessoas por dia, incluindo a participação da cavalaria e da polícia militar. Durante os seis dias de gravação foram servidas mais de quatro mil refeições e distribuídos 90 mil copos de água mineral.

- Para as gravações, os estúdios da Herbert Richers, que estavam desativados, foram restaurados pela direção.

Curiosidades:
- O romance do mineiro Roberto Drummond foi escrito em 1991, em 64 dias, misturando personagens reais e fictícios, onde o próprio autor é incluído na história com um personagem homônimo.

- A minissérie foi respaldada por atuações memoráveis. Foi a estréia da atriz Ana Paula Arósio na TV Globo, depois do sucesso na carreira de modelo e de alguns trabalhos em novelas de outra emissora. Como Hilda Furacão, a atriz conquistou grande sucesso de público e crítica. Sua escalação para o papel da protagonista se deu quando a equipe de filmagem já estava gravando há dois meses no estado de Minas.

- Merece destaque também a atuação dos atores Matheus Nachtergaele e Rosi Campos, como Cintura Fina e Maria Tomba-Homem, respectivamente. O ator Rodrigo Santoro foi igualmente elogiado pelo público e pela crítica.

- Hilda Furacão foi alvo de crítica de alguns setores políticos. Houve, inclusive, uma tentativa judicial fracassada para impedir a exibição da minissérie, pedida pela seção regional do Partido Social Democrático (PSD) do Rio de Janeiro, que alegou que as imagens do Partido Comunista Brasileiro (PCB), o antigo Partidão, feriam a legislação eleitoral, já que o eleitor poderia confundir o partido do romance com aquele que participava das eleições presidenciais de 1998. Apesar disso, a exibição da minissérie transcorreu sem problemas.

- Para retratar toda turbulência política da década de 1960 com o máximo de fidedignidade, a autora Gloria Perez contou com a ajuda de militantes do período, como o ator Mário Lago, militante do antigo PCB, e Apolônio de Carvalho, ex-dirigente do Partido.

- A minissérie foi vendida para países como Angola, Argentina, Cabo Verde, Chile, Honduras, México, Paraguai, Peru, Portugal, República Dominicana, Rússia e Venezuela. Em 2002, foi lançada em DVD.

Trilha sonora:
- A trilha sonora contou com canções como Resposta ao Tempo, de Aldir Blanc e Cristovão Bastos, cantada por Nana Caymmi; Chega de Saudade, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes; Túnel do Amor, numa versão de Fred Jorge cantada por Celly Campello; e, ainda, Boneca Cobiçada, de Bia e Bolinha, cantada por Palmeira & Bia.
Autoria: Glória Perez

Direção: Wolf Maya, Maurício Farias e Luciano Sabino
Direção geral: Wolf Maya
Direção de núcleo: Wolf Maya
Horário: 22h30
Número de capítulos: 32

Postado por Daiane Rodrigues

SALSA E MERENGUE

Autoria: Miguel Falabella e Maria Carmen Barbosa
Colaboração: Jane Santos
Direção: Wolf Maya, Ignácio Coqueiro e Maurício Farias
Direção de núcleo: Wolf Maia
Período de exibição: 30/09/1996 - 02/05/1997
Horário: 19h
Nº de capítulos: 177


Trama/ Personagens:

- A elegante e rica Bárbara (Rosamaria Murtinho) dá à luz um filho morto. Guilherme (Walmor Chagas), marido dela, troca o corpo da criança por um bebê cuja mãe é muito pobre e não tem condições de criar o filho. Depois de 30 anos, Eugênio (Marcello Antony), o menino trocado, sofre uma contaminação por mercúrio, desenvolve leucemia e precisa de um transplante de medula urgente. Mas a cirurgia só poderá ser realizada com a doação de um parente consanguíneo. Diante do risco de morte do filho, Guilherme tem de contar a verdade à Bárbara. Tudo esclarecido, os dois vão em busca de Anabel Muñoz (Arlete Salles), mãe verdadeira do rapaz e única que pode salvar a vida dele.

- Anabel manteve segredo sobre sua gravidez, mas nunca esqueceu a criança que teve, no passado, com o inescrupuloso Urbano (José Wilker). Viúva do cubano Félix Munõz, ela tem outros cinco filhos: Valentim (Marcos Palmeira), Remédios (Bia Nunes), Amparo (Thaís de Campos), Assunção (Gabriela Alves) e Antônio (Alexandre Barilari).

- A diferença entre Bárbara e Anabel é bem marcada. A primeira é encantadora, espirituosa e chique, para quem a vida não vai além das fronteiras de seu pequeno mundo. Passa por uma mudança radical quando descobre que Eugênio não é seu filho legítimo e quando é trocada por uma mulher bem mais jovem, depois de 35 anos de casamento. Já Anabel é uma mulher generosa, do tipo que adora festas e está sempre armando, já que essa é sua forma de ganhar a vida. Quando a novela começa, o Cerimonial Anabel Muñoz planeja o festejo de 15 anos de Kelly Bolla (Maria Maya), filha do poderoso empresário local Walmir Bolla (Oswaldo Loureiro). Ele é dono do supermercado Rebolla, localizado na Travessa do Vintém, em Vila Isabel, onde também mora a família de Anabel.

- Depois do surgimento de Eugênio, Anabel se vê obrigada a contar a verdade a todos. A situação se agrava ainda mais quando os exames mostram que a medula dela é incompatível com a do rapaz. Anabel tem, então, que revelar mais um segredo: Valentim também é filho de Urbano, e não de Félix, como todos acreditavam. É nessa situação que ocorre o encontro entre Eugênio e Valentim. O primeiro pensava que era filho de milionários, e descobre que sua família é pobre. De uma hora para outra, Valentim, que muito se orgulhava de sua origem cubana, também ganha uma nova família, com a qual inicialmente não se identifica. Além disso, vê-se diante da situação de ter que doar medula para um irmão que não conhece. Para completar, Eugênio e Valentim se apaixonam pela mesma mulher, Madalena (Patrícia França), heroína romântica, moça do interior, simples, inteligente e corajosa.


- O grande destaque da trama foi a personagem Teodora Bentes (Debora Bloch). Rica, poderosa e ex-mulher de Eugênio, ela não aceita a separação e luta para ter o marido de volta, tornando-se a maior inimiga de Madalena.


- Em outra trama paralela, a bela vilã Adriana (Cristiana Oliveira) se coloca entre o casamento de Bárbara e Guilherme, para conquistar um marido rico. Carreirista, a modelo foi criada pela mãe e pela tia para se dar bem. Ela se alia ao ambicioso e inescrupuloso Heitor (Victor Fasano) para obter tudo que quer e acaba conseguindo manter um romance secreto com Guilherme, um homem rico e bem mais velho que ela.

- Ao fim da trama, Eugênio está saudável, graças ao transplante de medula, doada por Valentim. Depois de Madalena ficar um bom tempo com Eugênio, termina a trama com Valentim, seu verdadeiro amor. Já Eugênio reata com Teodora e assume seus filhos, gêmeos recém-nascidos.


- Os moradores da fictícia Travessa do Vintém roubaram a cena na novela. O núcleo popular e divertido formado pela família de Anabel e os personagens Socorro (Stella Miranda), Jacinta (Zezeh Barbosa), Walmir Bolla, Candinho (Marcos Oliveira) e outros caiu na boca do povo.

- Através das personagens Dayse (Rosi Campos) e Tereza (Ângela Rabelo), a homossexualidade feminina também foi inserida na trama. Os autores trataram o tema com humor, sem recorrer a estereótipos.

Produção:
- Para Salsa e Merengue foi construída a maior cidade cenográfica da TV Globo, até então. Lá, foram reproduzidas vilas e casas do bairro carioca de Vila Isabel.

- Miami abrigou a gravação de mais de 40 cenas da novela. O diretor Wolf Maia conta que foi uma grande experiência trabalhar com equipes americanas de dublês, áudio e vídeo em cenas de ação, como tiroteios, perseguições de carro e lancha pelos canais de Miami.

- A abertura de Salsa e Merengue fez sucesso entre público. Oito bailarinos dançavam uma mistura de reggae, samba e funk, embalados pela animada música Maria, de Rick Martin.

Curiosidades:
- Em Salsa e Merengue, Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa estreavam na autoria de novelas, numa parceria que já havia produzido peças de teatro e programas de televisão, como Delegacia de Mulheres e Sai de Baixo.

- Os atores portugueses Paulo Pires (Vasco) e Marques d’Arede (Rodolfo) fizeram uma participação especial na trama.

- Bolívia, Canadá, Portugal e Nicarágua foram alguns dos países em que Salsa e Merengue foi exibida.


Trilha sonora:
- Além de Maria, de Rick Martin, tema de abertura que fez grande sucesso, os destaques na trilha de Salsa e Merengue foram La Bella Luna, dos Paralamas do Sucesso, como tema de Antônio; Louca, de Latino, tema de Kelly Bola; Mueve la Cadera, de Reel 2 Real, como tema de Anabel; Enquanto Durmo, de Zélia Duncan, tema de Theodora; Dancin’Days, interpretada por Lulu Santos, como tema de Marinelza; Brasil É o País do Suingue, de Fernanda Abreu, tema de Assunção, e El Día que Me Quieras, de Julio Iglesias (tema de Urbano). Outros temas gerais de muito sucesso foram Donde Estás Corazón, de Shakira; Groovin, de Pato Banton; Dame, de Luis Miguel, e Incancelabille, de Laura Pausini.


Tema da Maria Maya (Kelly Bolla)
Louca- Latino (TEMA: Kelly Bola)
Don’t Look Back in anger – Oesis (TEMA: Kelluy Bola e Adriano )


Merchandising social:

- Embora voltada para o humor, Salsa e Merengue registrou um número considerável de ações de merchandising social. Através da personagem Kelly Bolla, por exemplo, foram abordadas questões relacionadas à gravidez precoce e suas conseqüências. Na história, a jovem engravida, propositadamente, de Antônio, por quem sempre fora apaixonada.


- A questão da degradação do meio ambiente, foi tratada na novela através da preocupação de Madalena quanto à possível contaminação de urânio em sua cidade.



SALSA & MERENGUE - Chamadas












Fontes: Depoimentos concedidos ao Memória Globo por: Arlete Salles (30/01/2002), Cláudio Cavalcanti (16/01/206), José Wilker (30/05/2005), Susana Vieira (30/11/2001) e Wolf Maya (12/12/2005); Boletim especial de programação, 10/1996; MEMÓRIA GLOBO. Dicionário da TV Globo, v.1: programas de dramaturgia & entretenimento. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2003; SOARES, Mônica. “A guerra dos galãs” In: Jornal do Brasil, 28/09/1996; SOARES, Mônica e JARDIM, Vera. “Que delícia de subúrbio!” In: Jornal do Brasil, 30/11/1996; WANDERLEY, Lilian. “Uma festa caliente com tempero cubano” In: Amiga, 30/09/1996.

Postado por Deise Rodrigues





Primeiro trabalho de Maria foi na novela " Cara e Coroa" ela tinha 14 anos.

Nadia, sempre se apaixonou pelos homens errados.

No último capítulo

Nadia entrega Mobral para Diana

Ao perceber que Mobral (Heitor Martinez Melo) ainda é apaixonado por Diana (Danielle Winits), Nadia (Maria Maya) toma uma atitude simplesmente louvável. Apesar de adorá-lo, rompe com ele e o incentiva a ir atrás da mulher que ama.

"Procure a Diana e abre seu coração para ela - aconselha. Ficarei por aqui torcendo para que vocês sejam muito felizes.

Fotos do último capítulo



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Introdução da Novela Cara e Coroa

Cara e Coroa foi uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo e exibida no horário das 19 horas, entre 24 de Julho de 1995 e 30 de Março de 1996, tendo contado com 213 capítulos.

Foi escrita por Antônio Calmon, com a colaboração de Ângela Carneiro, Lílian Garcia e Eliane Garcia, e dirigida por Wolf Maya, Maurício Farias, André Schultz, José Luiz Villamarin e Carlos Magalhães, com direção geral de Wolf Maya.

Sinopse
Fernanda (Christiane Torloni) é uma mulher elegante e sedutora que, prestes a se casar com Rubinho (Luís Mello), foge com Miguel (Victor Fasano), mas acaba por trocá-lo pelo irmão deste, Mauro (Miguel Falabella), um advogado inescrupuloso. Passa-se o tempo e a moça descobre que Mauro tem um caso com Heloísa (Maitê Proença), uma mulher tão ou mais fraca de caráter do que seu amante. Cega de ciúmes, Fernanda atira em Mauro, mas a bala atinge um estranho, matando-o, e a moça vai presa, adoecendo e entrando em coma perto do término do cumprimento de sua pena.

Heloísa e Mauro descobrem que está presa com Fernanda uma sósia desta, Vitória (Vivi). Tirando partido dessa semelhança, que é tão somente física, os dois internam Fernanda em uma clínica e obrigam Vivi a tomar seu lugar para se apoderarem dos bens que Fernanda irá receber de seu divórcio com Miguel.

Ao sair da cadeia, Vivi enfrentará entre muitos problemas, a revolta do filho de Fernanda, Pedro (Thierry Figueira), que cresceu sem o amor de sua mãe, e a revolta de sua família, principalmente de Guilhermina (Marilena Ansaldi), sua mãe, para além de ser malvista por todos, na paradisíaca cidade litorânea de Porto do Céu.

Postado por Daiane Rodrigues