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Maria Maya: "Não tive receio de ficar marcada como a filha do Wolf"

A atriz fala sobre a carreira e explica o que a levou a recusar convite para posar nua

Maria Maya não se incomoda em conciliar TV e teatro. Além de interpretar a Raíssa da novela "Aquele Beijo", que chega ao fim sexta-feira (13), ela se dedica ao espetáculo "Obtuário Ideal", o qual produz e atua ao lado do diretor, Rodrigo Nogueira. "Quanto mais trabalho você tem, mais chance tem de trabalhar mais", diz a atriz.

Sentada no sofá do cenário da peça minutos antes de sua segunda apresentação no Festival de Teatro de Curitiba, a atriz conversou com QUEM sobre a vida e a carreira. No bate-papo, Maria conta que já recebeu convites para posar nua, enumera seus padrinhos na carreira e diz que não sentiu o peso de vir de uma família de famosos - ela é sobrinha-neta de Chico Anysio, filha de Wolf Maya e Cininha de Paula e prima de Marcos Palmeira e Bruno Mazzeo. "Não tive receio de ficar marcada como 'a filha do Wolf' porque isso é abandonado a partir do momento que você demonstra seu trabalho". Leia a entrevista:

QUEM: Você vem de uma família de artistas. Isso pesou na sua escolha por essa profissão?
MARIA MAYA: Sim, eu nasci nessa carreira, acompanhando a trajetória deles. E acho bacana cada um ter a sua vertente, desenvolver seu gosto, a sua história. Isso é muito gratificante.

QUEM: Em casa vocês conversam sobre trabalho?
MM: Não tem muito essa coisa de casa, moro sozinha desde os 17 anos. Cozinho, arrumo a casa, só não lavo roupa ainda porque levo para a casa da minha mãe, para poder visitá-la de vez em quando (risos). Todo mundo trabalha demais e ficamos meses sem nos ver. Mas quando nos encontramos cada um fala de seu projeto, de sua realização, vamos dividindo, compartilhando sim.

QUEM: Chegou a ter medo de ser rotulada como "filha do Wolf Maya"?
MM: Não tive receio de ficar marcada como filha do Wolf, porque isso é abandonado a partir do momento que você demonstra seu trabalho. Na TV, que é um veículo super cruel, é muito fácil chegar, o dificil é sustentar. Se você não apresenta um bom trabalho, imediatamente é substituído por outro. Ter feito 10 novelas e minisséries até hoje já prova que conquistei um espaço meu. E no teatro também estou tendo uma trajetória paralela, produzindo meus espetáculos, que é um caminho diferente do deles. Isso acaba mostrando para todo mundo que eu também tenho um caminho próprio.

QUEM: Quem são seus padrinhos na carreira?
MM: Tenho tantos padrinhos! Chico Anysio é o de batismo, junto com a Nathália Timberg. O Miguel Falabella é meu padrinho em TV, com personagens que me deu. Fernando Eiras, um grande ator, é meu padrinho porque me deu esse nome, minha 'galharufa', que é um ato simbólico que a gente tem quando vai estrear um trabalho no teatro, como se fosse um mérito por sua formação por estar em cena. Você tem que ir atrás de uma pessoa para pedir sua galharufa, eu pedi isso pra ele e também meu nome artístico, quando eu tinha 13 anos. São muitos padrinhos, é muita gente. Pessoas que você admira e que contribuem para sua carreira profissionalmente. Tenho que dizer que meu pai é um grande padrinho também, porque é um cara que me ensinou tudo o que eu sei sobre arte, televisão e teatro, que sempre incentivou minha formação - sou formada pela UniRio. Diogo Vilela está sendo de uma grande generosidade em cena, me ensinando para caramba também.

Maria Maya e Rodrigo Nogueira na peça "Obtuário Ideal"

QUEM: Essa é sua segunda novela do Miguel Falabella. Já fez alguma peça dele?
MM: Ainda não tive o prazer de fazer algo do Falabella no teatro, mas ele é um padrinho na minha carreira, m cara que eu admiro muito e que também me admira, me dá grandes oportunidades. A minha primeira grande oportunidade foi com ele em "Salsa e Merengue" (1996, na qual interpretava Kelly Bola). Tenho muito orgulho de ter feito, foi quando comecei a me dar conta do veículo, do que era estar em cena, fazer humor, comédia. Rir cura tudo, é fundamental.

QUEM: Seu ex-marido, Ernani Moraes, também está em "Aquele Beijo". Como é a relação de vocês?
MM: É ótima. Infelizmente a gente não contracena mais, porque nada melhor que você ter intimidade com quem contracena. E eu estou muito feliz por ele, que é um grande ator e merece todo o destaque.

QUEM: Como faz para conciliar novela e teatro?
MM: Quanto mais trabalho você tem, mais chance tem de trabalhar mais. É como o músculo: quanto mais você vai exercitando ele, mas vai fazendo exercício sem tanto esforço. Além de atriz, sou produtora também, fizemos três temporadas de "Obtuário Ideal" no Rio. Conciliar televisão e teatro aconteceu em quase todas as novelas que trabalhei: fiz (a peça) "Play" junto com "Caminho das Índias" (2009), fiz (o espetáculo) "Não existem" junto com "Cobras e Lagartos" (2006), agora essa junto com 'Aquele Beijo'. Que venham mais novelas, que venham mais peças, pois acho que é super possível conciliar tudo.

QUEM: Você já declarou ser "viciada em farmácia". Como assim?
MM: Eu falei isso? Meu Deus, a gente fala cada coisa... Na verdade, tenho a farmácia como uma casa de entertainment, porque eu adoro entrar e ver todos os produtos que estão sendo lançados. Agora, com relação a medicação, não sou hipocondríaca, porque eu tenho alergia a quase 60% dos medicamentos. Felizmente não posso ter esse mesmo olhar para medicação. Mas um cremezinho eu adoro!

QUEM: Recebeu propostas para posar nua?
MM: Já recebi, quando fazia a passista (Regininha) em "Senhora do Destino" (2004). Mas nunca pensei em fazer esse tipo de trabalho artístico.

QUEM: Você está com 30 anos. Teve crise dos 30?
MM: Tenho crise desde que eu nasci, né? (risos). Sou uma canceriana nata, vivo pelas emoções, eu sinto. Óbvio que 30 anos é um momento fundamental na vida de uma pessoa, de ressignificação das coisas, uma movimentação bacana.Fico feliz de viver esse momento junto com o amadurecimento artístico.

QUEM: Pensa em ser mãe?
MM: Com certeza. Hoje em dia minha geração tem uma tendência de pensar isso para daqui a um tempo. Mas é o desejo de toda mulher, ainda mais um canceriana super familia como eu. Não tenho o número de filhos que pretendo ter, o que vier vai ser amado.

QUEM: Quais seus planos para depois da novela?
MM: Faremos 'Obtuário Ideal' em agosto nas unidades do Sesi do interior do Rio de Janeiro. E em junho estreio no Teatro Tonia Carrero, no Leblon (zona Sul do Rio de Janeiro) a peça 'Pop Corn', que eu também produzo, de um texto do João Bilac.

Postado por Daiane Rodrigues

Maria Maya produz e estrela a peça "Obituário ideal", em cartaz no Rio.

Maria Maya foi entrevistada no dia 07/12/2011 por Maria Beltrão no programa "Estúdio I" no Globo News, Maria conta que seu mais novo espetáculo, "Obituário ideal", trata da banalização da violência e das estranhas manias de um casal que busca se reencontrar com seus sentimentos. O diretor Rodrigo Nogueira fala sobre a parceria dos dois no teatro.



Fonte: Globo News

Postado por Daiane Rodrigues

Entrevista: Globo News

Olá Galera,
Hoje Maria Maya estará ao vivo ás 14h00 no “Canal Globo News” para ser entrevistada pela Maria Beltrão, a entrevista será sobre a peça Obituário Ideal e seu personagem Raíssa em “Aquele Beijo” novela da 7 na rede Globo.


Aproveitamos está postagem, cariocas, ver dupla Maria & Rodrigo , atuando em obituário ideal , foi de uma grandeza especial, uma peça com um texto maravilhoso, onde consegue levar a platéia de risos a tensos momentos , uma historia que se de certa forma vem acontecendo com as pessoas , vale apena assisti , trabalho corporal dos dois é impressionante , com momentos que só lá vai ter , fixo aquele humor na busca do choro , uma historia totalmente diferente do vamos buscar , uma coisa onde você sai pensando , então que ainda não assistiu, o que estão esperando para sentir está sensação?
É Maravilhosa!

postado por Daiane Rodrigues

Entrevista com Rodrigo Nogueira, premiado dramaturgo fala sobre seu novo espetáculo, "Obituário Ideal" com Maria Maya.

Obituário Ideal
Rodrigo Nogueira encena seu novo texto, acompanhado de Maria Maya no palco
Uma enfermeira e um professor de matemática não conseguem mais entrar em contato com seus sentimentos, anestesiados pela banalização da violência pela mídia. A solução encontrada pelo casal é totalmente inusitada: eles passam a frequentar enterros de desconhecidos para chorar. Através do pranto coletivo, os dois revivem emoções perdidas, e começam a se redescobrir como casal – ainda que, a fim de ir mais fundo nesta redescoberta, estejam sempre em busca de situações mais doloridas, em enterros cada vez mais chocantes.

Em temporada até 11 de dezembro, na Casa de Cultura Laura Alvim, “Obituário Ideal” fala da violência urbana através da mídia com humor ácido. No elenco estão Maria Maya – que vive a personagem Raíssa Barbosa, na novela “Aquele Beijo”, da TV Globo – e Rodrigo Nogueira, que também assina o texto e a direção ao lado de Thiare Maia.

Apesar do enredo incomum, a peça faz rir. “Eles são um casal falido, com os sentimentos embotados. A mulher só consegue sentir paz e afeto pelo marido naquela situação. Chega a dizer ‘o amor pelo morto é o amor mais verdadeiro que existe’. Como dramaturgo, Rodrigo tem uma forma de escrever corrosiva. Em contraponto ao texto, a ambientação é dos anos 1950, perfeitinha, cheia de leveza. Toda essa bizarrice é irônica”, diz Maria, que também produz o espetáculo.

Indicado aos prêmios Shell e APTR 2010 pelo texto da peça “Play”, Rodrigo Nogueira, diz que a parceria com Maria Maya é um dos pontos em comum entre as duas montagens: “Temos uma química muito forte, nos damos muito bem em cena. Em ‘Play’ éramos um dos casais, e agora reeditamos essa parceria, que deu certo”.

Outro ponto de encontro é a própria dramaturgia do autor, que traz diálogos precisos e uma mistura de realidade e com ficção. Todas as cenas começam com uma notícia – metade verdade, metade falsa – narrada por Maria Beltrão, apresentadora da Globo News. “Não é uma crítica ao jornalismo, mas sim à época de hoje. É um humor ousado, mas não grosseiro. É um humor crítico. As pessoas se reconhecem e riem muito”, diz Rodrigo, que, antes de se dedicar ao teatro, trabalhou como jornalista.
Entrevista com Rodrigo Nogueira, Premiado dramaturgo fala sobre seu novo espetáculo, 'Obituário Ideal'.

Uma enfermeira e um professor de matemática não conseguem mais entrar em contato com seus sentimentos, anestesiados pela banalização da violência pela mídia. A solução encontrada pelo casal é totalmente inusitada: eles passam a frequentar enterros de desconhecidos para chorar. Através do pranto coletivo, os dois revivem emoções perdidas, e começam a se redescobrir como casal – ainda que, a fim de ir mais fundo nesta redescoberta, estejam sempre em busca de situações mais doloridas, em enterros cada vez mais chocantes.

Em temporada até 18 de dezembro, na Casa de Cultura Laura Alvim, “Obituário Ideal” é um espetáculo recheado de subjetividade. Com humor ácido, a peça fala de amor e da violência urbana através da mídia. No elenco estão Maria Maya – que vive a personagem Raíssa, na novela “Aquele Beijo”, da TV Globo – e Rodrigo Nogueira, que também assina o texto e a direção ao lado de Thiare Maia.

Você tem formação em jornalismo e em teatro, como ator. Como começou a escrever para teatro?
Foi uma motivação extremamente egoísta: foi para me colocar em cena. Eu era ator, queria fazer peças, mas tinha que comprar direitos autorais, que eram muito caros. Eu queria montar uma peça do Neil LaBute, chamada “A Forma das Coisas”, e me cobraram US$ 7 mil de direitos. Como eu era um moleque de 24 anos, e não tinha dinheiro nenhum, falei: 'Quer saber? Eu vou escrever, porque não tem que pagar!'. Foi uma forma que eu encontrei para atuar. Porque dá para fazer peça com pouco dinheiro. Mas se você quer comprar um texto, tem que gastar muito dinheiro. Foi só por isso que comecei a escrever. Por essa necessidade.

E agora você já soma 11 textos montados e é visto como um autor com identidade dramatúrgica...
A identidade é porque eu tenho um jeito muito específico de escrever diálogos, que são muito rápidos, e também pela temática do que é real e do que não é. Eu não consigo fazer uma peça de teatro sem lembrar que a gente está dentro de uma peça de teatro. Essas duas características se unem muito fortemente e criam uma característica da minha dramaturgia.

Como você cria? É rápido? Faz pesquisas longas?
Varia muito de um trabalho para o outro. Mas de uma forma geral, sofro na hora de criar. Quando eu sei o que é a história, eu escrevo muito rápido, não tenho dificuldade. Isso veio do jornalismo, onde – às vezes – eu tinha que escrever uma matéria com o jornal no ar. Então a prática de sentar em frente ao computador, organizar as ideias, e escrever é muito fácil para mim. O que demora é o antes.

Como foi o processo de criação de “Obituário Ideal”?
Essa peça foi diferente porque eu a escrevi pela primeira vez em 2008, orientado pelo Bosco Brasil, num programa de jovens dramaturgos com profissionais experientes do Sesc. Na época, a Maria leu e gostou muito. Mas montamos “Play”, e fizemos milhares de outras coisas. Este ano ela me chamou para montar, e voltei ao texto. Achei que não tinha condição de montar aquilo, porque eu era muito diferente. As coisas que eu escrevia eram muito diferentes. Eu li e não gostei. Até me reconheci, mas achei imaturo. Reescrevi a peça inteira.

Como pesquisa, você foi a enterros para escrever essa peça?
Tirando a época de estagiário de jornal, quando cobri algumas mortes de traficantes, eu nunca tinha ido a um enterro até escrever essa peça. Depois que escrevi, fui a um único enterro de amigo. As tiradas da peça são da minha cabeça. A coisa de realidade e ficção não é só o meu tema, é a forma como que eu escrevo também. Eu misturo muita coisa.

Muitos realizadores de cinema e de teatro têm levado para suas obras essa quebra entre realidade e ficção. De onde vem essa necessidade?
Realmente tem muita gente falando disso. Eu acredito que é porque isso não é muito diferente da nossa vida. Se eu me apaixono, é alguma coisa que eu crio. Não é matemático: eu me apaixono por alguém por uma criação da minha cabeça, a outra pessoa se apaixona por mim por uma criação da cabeça dela. Além disso, a necessidade é de 2011. É muita coisa, muito aparelho, muita gente. É tanta informação, que a ficção só não basta para emocionar. Porque a gente já viu demais. Cada vez mais se precisa do real para poder emocionar. É como se a ficção estivesse batida. E também a realidade está batida. Então a opção é misturar das duas coisas. Isso explica o sucesso dos reality shows ou dos documentários, cuja linguagem está cada vez mais misturada. Isso é bem claro nos últimos 15 anos.

Suas outras peças também têm essa mistura?
Sempre. É uma obsessão. Cada peça fala de forma diferente, com temas diferentes. Todas as minhas peças têm isso. A única peça que não teve foi "Ainda Bem que Foi Agora”, uma comédia romântica, que escrevi com a Júlia Spadaccini. Mas tinha uma hora que os atores falavam para a plateia...

Quais são os projetos para 2012?
Como autor e diretor, vou fazer uma peça que está com o nome provisório de “Plurais”, onde comparo o universo feminino com o teatro. Com Malu Valle, Andréia Horta, Fabíula Nascimento e Dani Barros. São três histórias que envolvem mulheres mais novas com uma mais velha. E podem ser vistas do ponto de vista de atrizes mais jovens entrevistando a atriz mais velha, sobre o futuro delas. E como ator, vou fazer “Dentro”, com a Cia. Pequena Orquestra, da qual faço parte.

Um recadinho para chamar as pessoas para 'Obituário Ideal'?
A Maria fica de camisola e ela está muito linda (risos). Ela está incrivelmente linda, vale a pena ver. Não corte isso, viu? Deixa lá!
Postado por Daiane Rodrigues

Entrevista revista JÁ É!

MARIA MAYA, A RAISSA DE ‘ AQUELE BEIJO’ , FICARIA NUA POR QUALQUER PERSONAGEM TERIA MIL AMANTES. MAS ELA DEIXA CLARO: TUDO SÓ PELA ARTE. PORQUE NA VIDA REAL, APESAR DE NÃO SER CIUMENTA , APOSTA NA FIDELIDADE E NÃO FARIA UM ENSAIO SEM ROUPA SOMENTE POR DINHEIRO
RAFAEL MUNHOS
Rafael.munhos@odianet.com.br
Em ‘ Aquele Beijo’, Raissa tem casos com outros homens mesmo namorando Sebastião. A Maria Encararia essa situação?

Maria Maya: Não. Já é difícil estabelecer algo com uma pessoa, imagina com varias. Ser humano é vulnerável, pode ser saudável para muitos. Eu já tive vários namorados, mais nunca ao mesmo tempo. Hoje estou bem sozinha.

Você uma pessoa ciumenta?

Maria Maya: NÃO. O ciúmes está ligado à falta de confiança e este não e meu caso.

Como você encara sua sensualidade aos 30 anos, já que muitas de suas personagens ficam nuas em cena ?

Maria Maya: Já sou uma mulher, não tenho problemas de ficar nua para meu trabalho. Mais deixo sinalizado: faço tudo só pela arte.

Então você não posaria nua?

Maria Maya: Nem por qualquer dinheiro. Nada contra quem posa , mais não preciso disso.

Você completou 30 anos neste ano, você teve alguma, crise nesta virada da idade ?
Maria Maya: Desde os 28 anos pensava em como enfrentaria essa situação, e não foi nada facil pois ficava nervosa. Mais hoje vejo não tem nada demais. Sou muito feliz e estou num momento bem maduro.




Domingo , 27-11-2011



Postado por: Deise Rodrigues

Maria Maya entrevistada por Rodrigo Ferraz.

Como diria ela Maria Antonia Gigliotti de Campos Maya , ou simplesmete "Maria Maya" é uma profissional que atua em diversas áreas, atriz (que faz da gordinha a madrinha de bateria), diretora (sim, que nem os pais) e produtora (das boas), atualmente em cartaz com a peça Obituário Ideal na casa de cultura Laura Alvim em parceria do seu grande amigo Rodrigo Nogueira, Maria tem sido super elogiada por critica e publico com a peça. Na atual novela das 7: Aquele Beijo, vive a vendedora porem orgulhosa Raíssa.
Maria que até o começo do ano se dividia entre as peças Play e A Loba de Ray Ban, nossa entrevistada não para. Com papéis marcantes na telinha como a Moatira d’A minissérie A Muralha e Regininha de Senhora do Destino ela nos conta abaixo um pouco mais quem é ela...
Nome: Maria Antonia Gigliotti de Campos Maya , o smplesmete "Maria Maya"
Idade:30 anos
Estado Civil: solteira
Profissão: Atriz, Produtora e Diretora
Local de Nascimento: 29/06/81 no Rio de Janeiro
Atualmente reside em: Rio de Janeiro - São Paulo

Em Senhora do Destino como Regininha

Trabalhos favoritos em que participou: Normalmente o trabalho que mais gostamos de fazer é o que está sendo realizado no momento, que é Aquele beijo, mas tenho um carinho muito especial pela Índia Moatira da minissérie "A Muralha" da Maria Adelaide Amaral
Com que autores gostaria de trabalhar? Tive a sorte de trabalhar com grandes nomes como: Aguinaldo Silva, João Emanuel Carneiro, Glória Perez, Walcyr Carrasco e agora o Miguel Falabella. Cada um com seu estilo dramatúrgico. Tenho muita curiosidade em trabalhar com o Manoel Carlos e Gilberto Braga.
TV, cinema ou teatro, qual sua preferência? Cada veículo te estimula de alguma forma.Teatro é a casa do Ator. Por isso produzo,na tentativa de garantir um maior tempo dentro dele.
Em A Muralha como a índia Moatira

Programa atual na tv que acompanha:
Sou apaixonada por "Desperate Housewives"
O que não gosta em tv: Programas de auto-promoção.
Uma ou duas novelas da Rede Globo dos anos 70, 80, 90 e 2000: "Rebu" "Que Rei Sou Eu" "Rainha da Sucata" "Senhora do Destino"
Uma novela para esquecer: nenhuma
Uma novela da Record: A lei e o Crime
Uma novela do SBT: Amor é Ódio
Um autor: Todos mencionados acima
Um diretor: Wolf Maya
Uma Atriz: Gisele Fróes
Um Ator: Gero CamiloNa peça A Loba de Ray Ban com Christiane Torloni e Leonardo Franco
Uma grande revelação na teledramaturgia: Lázaro Ramos
Uma cena inesquecível na televisão: Guerra dos Sexos. Fernanda Montenegro e o Paulo Autran na cena do café-da manhã. Antológica.
Site/Blog favorito sobre televisão: Glamurama
Um filme: Synecdoche New York
Uma peça de teatro: In on It
Um cantor (a): Caetano Veloso
Uma música: O Mundo é um moinho do Cartola
Um livro: Estranha Confissão Tchekhov
Um restaurante: Paris 6
Prato favorito: Um risoto de shimeji ao molho de gorgonzolla e maracujá que faço toda semana.
Uma revista: Bravo
Uma viagem: Capadócia
Ícone na televisão: Marília Pera.
Um vício: farmácias
Uma cidade: New York
Em Aquele Beijo como Raíssa

Uma frase: Eu sinto.
Eu amo: amar
Eu odeio: desamar
Momento Inesquecível em sua vida: A primeira vez que fui à Roma
Um momento que não gostaria de viver novamente: nenhum
Medo: de ter medo
Vaidades: muitas, o que ás vezes não é bom.
Marcas favoritas: Karen Millen, uma estilista Londrina
Na peça Obituário Ideal
Mania: de não tomar agua
Coleção: playbill das peças de teatro do eixo NY-Londres
Ídolo: Chico Anysio
Seria BFF de: Deus
Desejo e Sonhos: tantos....mas tantos.
Rodrigo Ferraz, nos do blog Maria Antonia Maya, estamos grata pelo agradecimento na entrevista.
Creditos: Ocabide Fala
Postado por Daiane Rodrigues

Maria Maya se realiza em voltar a trabalhar com a mãe na TV.

A atriz está em Aquele Beijo, trama dirigida por Cininha de Paula.Filha dos diretores Wolf Maya e Cininha de Paula, a atriz Maria Maya está tendo a oportunidade de, pela primeira vez, ser dirigida na tevê pela mãe, na novela Aquele Beijo, da Globo, onde interpreta Raissa, uma mulher submissa, mas que promete dar a volta por cima em breve.

“Está sendo maravilhoso trabalhar com a minha mãe. A gente já teve uma experiência em Cobras & Lagartos, mas foi muito rápido e há muito tempo não trabalhávamos juntas. Voltar ao trabalho ao lado da minha mãe e do Miguel, é um presente. Ele é uma pessoa muito importante na vida dela e na minha. É uma realização familiar”, diz a atriz a O Fuxico.

Vendo desde criança os pais trabalharem na profissão e crescendo nesse meio, Maria não teve outra escolha a não ser seguir os mesmos passos. Porém a atriz deixa claro que mesmo trabalhando em produções ao lado dos pais, o tratamento não é diferenciado.

Somos todos um grande coletivo. Na hora do trabalho eu sou a Maria atriz, como qualquer outro ali e eles são os diretores. Não me tratam diferente de ninguém”, conta.

Fonte: Ofuxico

Postado por Daiane Rodrigues

Papo de Teatro - Entrevista na escola SP de teatro.

Olá galera, Maria deu uma entrevista com o "Papo de Teatro" faz alguns meses, só agora que encontrei, mas para quem gosta de teatro, é interessante.

Vejam a entrevista abaixo:

Maria Maya é atriz, nascida no Rio de Janeiro em 29 de junho de 1981.

Como surgiu o seu amor pelo teatro?
Quando pisei no palco pela primeira vez no espetáculo "A Menina e o Vento", de Maria Clara Machado, e logo após na faculdade de teatro.

Lembra da primeira peça a que assistiu? Como foi?
Fica difícil saber qual foi a primeira, provavelmente alguma da minha família. Nasci e fui criada nas coxias, com os musicais. Talvez "Blue Jeans", "Splish Splash" ou "As Noviças Rebeldes", este último acompanhei todas as temporadas, ensaios e elencos.

Qual foi a última montagem que você viu?
A última peça que vi foi “Fragmentos do Desejo”, da companhia franco-brasileira Dos a Deux.

Um espetáculo que mudou o seu modo de ver o teatro.
Meu olhar começou a mudar quando assisti a "The Flash and Crash Days", do Gerald Thomas. Em níveis diferentes de tempo e emoção poderia citar também "O Livro de Jó", de Antonio Araujo, "Ensaio.Hamlet ", de Enrique Diaz, e "Avenida Dropsie", de Felipe Hirsh.

Você teve algum padrinho no teatro? Se sim, quem?
Tenho um padrinho sim, o ator Fernando Eiras. Ele me deu, não só meu nome artístico, como a minha Gualharufa.

Já saiu no meio de um espetáculo? Por quê?
Nunca sairia no meio de um espetáculo. Teatro é imprevisível e estou sempre aberta para o jogo.

Teatro ou cinema? Por quê?
Todas as artes têm seu valor. Mas é claro que o teatro é a casa do ator.

Cite um espetáculo do qual você gostaria de ter participado. E por quê?
Gostaria muito de ter conhecido Cacilda Becker em “Esperando Godot”.

Já assistiu mais de uma vez a um mesmo espetáculo? E por quê?
Bem mais nova me lembro de ter assistido, pelo menos umas 10 vezes, a "A Dama da Noite", de Caio Fernando Abreu. Estava produzindo minha primeira peça e queria muito trabalhar com o diretor e ator do espetáculo. O Gilberto Gawronski. Deu certo. Fizemos um espetáculo lindo chamado "Do Outro Lado da Tarde", baseado em dois contos do Caio.

Qual dramaturgo brasileiro você mais admira? E estrangeiro? Explique.
Gosto muito dos dramaturgos contemporâneos cariocas como Jô Bilac, Daniela Pereira de Carvalho e Rodrigo Nogueira. Este último, autor do espetáculo que produzo e atuo: "Play – Sobre Sexo, Mentiras e Videotape". Fomos indicados como melhor texto ao Prêmio Shell e ao APTR e eleitos pelo Jornal O Globo como umas melhores peças de 2009 no Rio de Janeiro. Atualmente, estamos em viagem. Dos estrangeiros, gosto de Sarah Kane, Antony Neilson, Mark Havenhill e Mike Leigh.

Qual companhia brasileira você mais admira?
Seria um desrespeito citar uma apenas. Temos companhias muito importantes no Brasil, como Grupo Galpão, Cia. do Latão, Parlapatões, Os Satyros, Grupo Tapa, Oficina. Posso dizer que como pesquisa de linguagem sou encantada com o trabalho da Vertice Cia. de Teatro, da diretora Christiane Jatahy, e da Cia. Teatro Autônomo, do diretor Jefferson Miranda.

Existe um grupo ou companhia de teatro que você acompanhe todos os trabalhos?
Sim, a Cia. dos Atores, do Enrique Diaz, e quase todos do Armazém, do Paulo de Moraes.

Qual gênero teatral você mais aprecia?
Não tenho preferência de gêneros, gosto de teatro.

Qual lugar da plateia você costuma sentar? Por quê? Qual o pior lugar em que você já se sentou em um teatro?
Eu adoro quando tenho que sentar na cadeira extra. Teatro lotado faz bem para todos.

Fale sobre o melhor e o pior espaço teatral que você já foi ou já trabalhou?
Não tem melhor ou pior, mas diferentes. Posso dizer que fazer peça para 2.000 pessoas pode ser emocionante, como aconteceu com a "Loba de Rayban", no Festival de Curitiba, este ano.

Já assistiu a alguma peça documentada em vídeo? O que acha do formato?
Nunca tive esta oportunidade.

Existe peça ruim ou o encenador é que se equivocou?
Existem excessos, acredito. E todos nós podemos cometer equívocos. Temos que nos expor, tentar. Ir e fazer.

Como seria, onde se passaria e com quem seria o espetáculo dos seus sonhos?
Com Ariane Mnouchkine, no Théâtre du Soleil, ou com Peter Brook, em algum metrô de Paris.

Cite um cenário surpreendente.
Cenários de "Pessoas Invisíveis", do Paulo de Moraes.

Cite uma iluminação surpreendente.
A iluminação de Thomas Ribas para "O Perfeito Cozinheiro das Almas deste Mundo", de Jefferson Miranda.

Cite um ator que surpreendeu suas expectativas.
Mateus Nachtergaele

O que não é teatro?
O que não faz parte do coletivo.
Que texto você foi ler depois de ter assistido a sua encenação?
De uma autora chamada Sarah Ruhl. Assisti um espetáculo com texto dela, dirigido pela Anne Bogart, em Nova York, chamava-se "The Men's Dead Cellphone". Saí do teatro e fui correndo comprar, não só o texto, como toda suas peças.
A ideia de que tudo é válido na arte cabe no teatro?
Teatro é o lugar do jogo, das apostas, dos riscos. Tudo cabe desde que seja razoavelmente justificado.

Na era da tecnologia, qual é o futuro do teatro?
Cada vez podermos dialogar mais com estas novas mídias. Tivemos uma experiência interessante em Fortaleza com o “Play”. Via Twitcam, uma câmera do Twitter que grava em tempo real, apresentamos partes da peça pela coxia, o Brasil acompanhando ao vivo. Por conta disto tivemos duas sessões extras na cidade e um fã-clube (Aperte o Play) se formando pelo País.

O teatro é uma ação política? Por quê?
Não só político, mas social também, de formação de plateia.

Quando a estética se destaca mais do que o texto e os atores?
Não acho isso possível no teatro, mas sim na televisão.

Qual encenação lhe vem à memória agora? Alguma cena específica?
Depois de tantas respostas, as peças se misturam na minha cabeça, mas tive agora, uma lembrança teatral transformadora. Foi quando assisti a Denise Stoklos pela primeira vez. Foi uma experiência tardia, em um festival de teatro em Londrina, ela encenava "Desobediência Civil". Foi arrebatador.
Em sua biblioteca não podem faltar quais peças de teatro?
Além de peças de Beckett, Tchecov, Pinter, Nelson Rodrigues, sou apaixonada por livros técnicos de teatro. Dos que tenho em minha biblioteca indico: "Shakespeare, A Invenção do Humano", “Teatro Pós-Dramático”, de Hans-Thies Lehmann e "The Viewpoints Book", de Anne Bogart.

Cite um diretor (a), um autor (a) e um ator/atriz que você admira.
Atriz: Leona Cavalli
Ator: Fernando Eiras
Autor: Harold Pinter.
Diretor: Tadeuz Kantor

Qual o papel da sua vida?
O papel da minha vida é o que estou interpretando atualmente.
Fernanda Porto em "A Loba de Rayban", de Renato Borghi, direção de José Possi Netto, junto com Christiane Torloni e Leonardo Franco. Depois de cinco meses de sucesso em São Paulo, estreamos no Rio de Janeiro, no Teatro Carlos Gomes.

Fonte: Papo de Teatro

Postado por Daiane Rodrigues

Super bronzeada, Maria Maya assiste a show do OLODUM , Margareth Menezes e ARAKETU.

OLODUM RECEBE MARGARETH MENEZES

Em Salvador toda terça-feira é assim. Os tambores do Olodum ecoam pelo Pelourinho e uma multidão de baianos e turistas se diverte ao som da banda percussiva mais famosa do Brasil.
Este ano o grupo decidiu fazer ensaios temáticos. Depois da Noite Brega, com o cantor cearense Falcão e da Noite do Reggae, com a banda Adão Negro, esta terça feira foi a Noite das Mulheres, que homenageou Margareth Menezes, com a participação das cantoras Larissa Luz, do Araketu e Ana Mametto.
Margareth cantou seus grandes sucessos do samba-reggae e agitou o público com sua nova música de trabalho, a contagiante “Saudação ao Caboclo”.
Na plateia, a presença da atriz Maria Maya, de férias em Salvador, onde passou o réveillon e deve ficar até o final do mês.
“Eu tenho uma identificação muito grande com a Bahia. Adoro a musicalidade e esse jeito de ser descontraído dos baianos. Estou aproveitando ao máximo e depois volto pro Rio. Este ano temos muitos trabalhos pela frente, inclusive uma grande turnê com o espetáculo “A Loba de Ray-Ban” que faço com "Christiane Torloni", disse a atriz que dançou acompanhando as coreografias do Olodum.
(por Jorge Thadeu)

Ensaio da banda liderada por Larissa Luz se apresentou nesta terça-feira, 11, em Salvador.

Superbronzeada, Maria Maya assitiu ao show do Araketu. Atriz esteve no ensaio da banda liderada por Larissa Luz, que se apresentou nesta terça-feira, 11, em Salvador, na Bahia.
Por: Marina Forte
Foto:
Fred Pontes/Divulgação

Maria Maya desfila seu bronze em show do Araketu A atriz conferiu o ensaio comandado pela cantora Larissa Luz, em Salvador

De férias em Salvador, Maria Maya curtiu o ensaio do Araketu na noite de terça-feira (11). A atriz, que estava bronzeadíssima, se encantou com a apresentação comandada por Larissa Luz, na Bali Beach Club, no bairro de Piatã.
O evento contou ainda com a Banda Seu Maxixe liderada por Berguinho, que levantou a plateia com seu alto-astral.

Maria Maya curte show da Banda Ara ketu em Salvador.

A atriz Maria Maya prestigiou a estreia dos ensaios da banda Araketu nesta terça-feira na Bali Beach Club em Piatã em Salvador. A Banda Chicabana abriu a noite e Seu Maxixe liderado por Berguinho fez a primeira participação especial de varios ensaios que serão realizado no local ate o carnaval

Fotos que a propria Maria tirou no show:

@mcamposmaya: Entrando de ladinho no OLODUM

@mcamposmaya: Ensaio do OLODUM com a participação especialíssima da Maravilhosa Margareth Menezes. #sorte

Fonte: EGO, Ofuxico, Lucia Fabio, Carnatal e Plixi Maria Maya

Postado por Daiane Rodrigues

Entrevista com Christiane Torloni e Maria Maya em Caraguatatuba.

O elenco do espetáculo "A Loba de Ray-Ban", se apresentou , em Caraguatatuba, nos dias 09 e 10 de outubro. No final da peça, ChristianeTorloni e Maria Maya foram entrevistadas por Tarcísio Matheus, do programa Costa Vip Brasil.



Fonte: Torloni Star

Postado por Daiane Rodrigues
Olá !!
Gente como nos não temos novidades, vamos colocar umas noticias e fotos que teve neste ano, mais que infelizmente não tinhamos ainda o blog, mais estaremos postando agora! :)

Espero que vocês curti! :D

Festival de Curitiba reúne artistas na cidade. Maria Maya, Gustavo Leão, Camila Rodrigues, Juliana Didone, Sophie Charlotte, Juliana Boller e Juliana Alves passaram por lá!


Celso Freire, Laura Dalcanale e Maria Maya

As produtoras Priscila Dalcanale e Grazie Lara, a atriz Maria Maya, o chef Celso Freire, a figurinista Marisol Urban, a atriz Caroline Dalcanale, a produtora de cinema Laura Dalcanale e Cristiane Nickel Freire

A atriz Maria Maya foi recebida no Guega Ristorante por Cristiane Nickel Freire, esposa do chef Celso Freire.

Atuando na peça A Loba de Ray-Ban juntamente com a atriz Christiane Torloni, Maria Maya, que recentemente esteve no elenco de Caminho das Índias, curtiu noite gastronômica em Curitiba na última semana, quando a peça passou pela cidade. Recebida no Guega Ristorante, dos sócios Andersen Prado, Paulo Fatuch e Celso Freire, ela contou com a companhia da também atriz Carolina Roherig Dalcanale, da figurinista Marisol Urban e da produtora de cinema Laura Dalcanale.

Noticia foi postada no 31/03/2010

Fonte:
Caras

Postado por Daiane Rodrigues


A atriz Maria Maya conversou com a equipe Fashion News e falou um pouco sobre sua carreira e projetos que vem realizando atualmente. Vamos conferir.

Fashion News - Maria, você é filha dos diretores Wolf Maya e Cininha de Paula e tem parentesco com o Chico Anysio. No início da sua carreira, enfrentou algum tipo de preconceito ou cobrança por parte de outros diretores ou colegas de trabalho?

Maria Maya – Além deles existem outros nomes importantes na minha família como: sou neta de Lupe Gigliotti, sobrinha do cineasta Zelito Viana, prima de Marcos palmeira, Bruno Mazzeo, Nizo Neto, afilhada de Natália Timberg e por aí....uma família dotada de talento e garra. A grande cobrança sempre foi minha. Realizar bons trabalhos à altura destes mestres.

FN - Você é produtora e atriz da peça “Play”. Como esta conseguindo conciliar as duas tarefas?

MM - Além de Produzir e atuar em PLAY durante toda esta temporada teatral que já tem a mais de um ano de sucesso, só no eixo RJ e SP, estou em Turnê com outro espetáculo chamado “A Loba de RayBan”com direção de José Possi Neto com a Christiane Torloni e o Leonardo Franco. Depois de 5 meses em SP, começamos nossa excursão e em breve estaremos aqui na Paraíba.

FN - Já tinha vindo a João Pessoa? O que esta achando da cidade?


MM – Esta é a minha primeira vez na Paraíba.Estou muito ansiosa em conhecer não só a cidade como o público paraibano.

FN - Qual a expectativa que o público pode esperar do espetáculo “Play”?

MM – garantia de boas risadas, algumas provocações e muita mentira, ou não. Venham conferir!

Fonte: Revista Fashion News

Postando por Deise Rodrigues

Entrevista.

Abril 20, 2010 in Cultura (Teatro)

Tags: Cultura (Teatro)

A atriz, produtora e diretora Maria Maya é a primeira entrevistada do Blog Jornalismo em Produção. Mais conhecida por seus vários papeis na televisão, entre eles a sambista Sandrinha de “Senhora do Destino” e, recentemente, a estilista Inês, de “Caminho das Índias”, está atualmente em cartaz com duas peças: “A Loba de Ray Ban”, na qual atua com Christiane Torloni e Leonardo Franco, e “PLAY – Sobre Sexo, Mentiras e Videotape”, na qual é responsável também pela produção.Antes de estrear nos palcos cearenses com a peça PLAY, que fica em cartaz no teatro Celina Queiroz, nos dias 23, 24 e 25 deste mês, Maria Maya fala sobre sua trajetória artística, seu amor pelo teatro e seus trabalhos recentes, nessa entrevista gentilmente concedida ao blog. Vale a pena conferir!


Como você apresentaria a Maria Maya?

Uma pessoa simples e corajosa. Capaz de tudo para fazer teatro, respirar teatro, e estar no palco.

Em seu primeiro trabalho na televisão, aos treze anos, você já havia decidido seguir a carreira de atriz?

Como você escolheu sua profissão? Na verdade comecei pelo Teatro, e acabei fazendo o caminho inverso. Aos treze anos tive a minha estréia teatral em “A menina e o Vento”, uma produção musical infantil de muito sucesso comandada pela minha mãe, Cininha de Paula, e minha avó, Lupe Gigliotti. Ali estreava também Heloisa Perissé, Claudia Rodrigues, entre outros artistas consagrados hoje. Logo após vieram as novelas, Cara & Coroa, Salsa e Merengue, a minissérie Hilda Furacão. Mas somente na minissérie “A Muralha”, com 18 anos, eu tive a real certeza das minhas escolhas, e que suportaria as inseguranças da profissão. Daí vieram outra minissérie, novelas, pontas em filmes e agora, muito recentemente, o teatro, novamente. Já estou na minha terceira produção, duas delas indicadas a prêmios e, mesmo com todas as dificuldades, tenho absoluta certeza da importância do fazer teatral, não só como contribuição social, mas como transformação humana.

No início de carreira você sentiu uma cobrança maior por pertencer a uma família de grandes atores e diretores?

A cobrança sempre vai existir. Meus pais nunca interferiram nas minhas escolhas, e sempre me apoiaram. Tive uma educação normal como qualquer criança, só que com a sorte de poder fazer aula de canto, dança, música, teatro, e até análise desde novinha. Fui acostumada a viajar muito e ver a arte pulsando ao redor o tempo todo. Isso me tornou uma pessoa mais curiosa, me fez ser Bacharel em Artes cênicas pela Federal do Rio de Janeiro, me fez querer saber cada vez mais e fazer. A cobrança era minha. De poder ser alguém à altura do que eles me proporcionaram ser.

Você acaba de encerrar uma maratona de apresentações diárias nos palcos paulistanos e já começa a viajar com a peça Play. Apesar do cansaço imenso, estar nos palcos, quase diariamente, te traz a tão sonhada realização profissional?

Gstar no palco é como religião para mim. Um apoio para seus “espasmos” internos, seus medos, sua solidão. E claro, ser feliz. Ser feliz inteiramente. Incondicionalmente. Como posso me cansar disto? Começo agora uma turnê para mais de 20 cidades no Brasil com as duas peças que estavam em São Paulo, a minha produção “PLAY” e “A Loba de Rayban”. Estou ansiosa por este amadurecimento pessoal e profissional.

Após alguns anos atuando você começou a dirigir no teatro. Como surgiu essa oportunidade?Na verdade a minha experiência inicial em direção foi em Shows de música. Mas vivi uma experiência incrível na TV Globo. Fiz Oficina de Direção com o intuito de trabalhar na área musical da empresa e acabei caindo na dramaturgia. Durante quase dois anos fui assistente de direção dos programas “Malhação” e “Sítio do “Pica-pau Amarelo”. Foi muito importante ter uma visão macro da profissão, como as coisas funcionam tecnicamente, as dificuldades de se fazer aquele veículo.

Em “A Loba de Rayban”, releitura de uma peça dos anos 80, sua personagem esta envolvida em um triangulo amoroso e mantém relações com a personagem da atriz Christiane Torloni. Esse trabalho foi mais difícil de fazer?

Todos os trabalhos são difíceis no momento, exigem um grau de comprometimento, de envolvimento e exposição enorme. Dar organicidade a vidas que não nos pertencem é um duelo. Do que eles são e do que você imagina. Em “A Loba…” tive a sorte de estar rodeada por uma “alcatéia” de peso. Um “orquestrador” paciente e sensível que é José Possi Neto, uma parceira de cena generosa e profissional que é Christiane Torloni, e um grande ator e produtor, dono de um teatro, no qual estreei o “PLAY” no Rio de Janeiro, que é o Leonardo Franco. Essa alquimia explica o resultado de “A Loba…”. Uma peça que fala de atores fazendo atores, e que expõem, acima da sexualidade, sua paixão pela arte.
O que faz peça “PLAY – Sobre Sexo, Mentiras e Videotape” ser imperdível?
Aperte que você vai entender.



Jornalista em Produção: Lorena Cardoso

*Agradecimentos: Dany Lugos

Fonte: Jornalismo e Produção.


Postado por Daiane Rodrigues

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Maria Maya: genética e gloss na beleza

Dona de uma pele invejável, a atriz Maria Maya se diz privilegiada por ser descendente de índios e garante que usa apenas gloss para ressaltar a cor dos lábios.
A atriz Maria Maya, que acaba de encerrar a temporada da peça Play, em São Paulo, se diz uma privilegiada pela genética quando o assunto é pele. "Não uso quase nada, pois tenho a sorte de ter uma pele boa, já que sou descendente de índios".Apesar de ser agraciada pela natureza, Maria Maya segue alguns preceitos: nunca lava o rosto com sabonete, usa óleo mineral para retirar resíduos de maquiagem que usa em cena e aplica apenas um hidratante em forma de gel. "Não sou muito fã de maquiagem, geralmente uso por conta da minha profissão", explicou.Fora dos palcos, a atriz e também produtora teatral, prefere usar apenas um gloss de vez em quando para ressaltar a cor dos lábios. "É engraçado que muita gente acha que estou de batom, quando na verdade é o tom natural dos meus lábios. Por isso, uso somente um gloss para dar um brilho".

Fonte: Caras



Postado por Daiane Rodrigues

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Maria Maya
Atriz se entrega ao teatro


Maria Maya tem se dividido em duas nos palcos paulistas. Ou melhor, em três: ela atua e produz “Play” (sua segunda peça como produtora) e é atriz convidada de “A Loba de Ray-Ban”, ambas em cartaz no Teatro Nair Bello. Aos 29 anos, já acumula 16 de carreira, mais de 15 produções televisivas, dois trabalhos no cinema, e três no teatro.

Ela se sente segura com o rumo de sua carreia profissional e não teme mais viver à sombra do talento dos pais Wolf Maya e Cininha de Paula – ou de outro membro da estelar família, que inclui o comediante Chico Anysio. Dos pais herdou o olhar consciente de que a profissão envolve muito mais incertezas do que glamour. Como também a paixão pelo teatro, onde enxerga um universo de possibilidades.
Como é encarar duas peças em cartaz ao mesmo tempo?Estou vivendo um dos melhores momentos da minha vida. Quem da minha geração, neste momento crítico do teatro brasileiro, tem a oportunidade de estar em cartaz de terça a domingo? É realmente um presente. Não conheço ninguém da minha idade que tenha tido essa oportunidade de viver o teatro à moda antiga.
Só um dia de descanso na semana? Como concilia as atividades profissionais com a vida pessoal?Tenho folga nas segundas-feiras, mas sendo produtora a gente nunca descansa. Aproveito esse momento livre para resolver a produção de “Play”, levantar a peça, organizar a vinda dos atores e o bem-estar de todos. Só mesmo com muito amor para se aventurar nesta maratona. Dizem que quanto mais atividades você faz, mais tempo se tem. No teatro é assim: ele te consome, mas enaltece também. Vou me alimentando do teatro e tenho mais força pra correr atrás do que é preciso para que “Play” se estabeleça da melhor forma possível em São Paulo. Até porque viemos do Rio de Janeiro de uma temporada de sucesso de público e crítica. Tinha essa obrigação de ter uma boa experiência na capital paulista também.
Ser produtora mudou sua visão de atriz?Com certeza. Quando somos somente ator, a gente fica muito fechada no universo do personagem, da criação. É um exercício individual, apesar de acreditar que o teatro só se estabelece no coletivo. Cada um tem seu caminho para se chegar a um papel. Quando produz a montagem, você tem uma visão macro do projeto: está preocupado não só com o que você está dizendo, mas com o que o grupo está falando, se aquele texto será bem recebido, se o local afina com o que propõe. É um diálogo maior.
Não consegue mais se ver longe da produção?Ao produzir, temos a possibilidade de trabalhar com quem admiramos, com o texto que tivermos vontade de dizer. O ator tem essa ansiedade da palavra. “Play”, na ideia original, era para ser uma adaptação do filme, mas não consegui os direitos. Trouxe então Rodrigo Nogueira, um jovem dramaturgo que se inspirou nessa história. E assim vamos encontrando caminhos para fazer o que sonhamos.
Tanto a história de “Play” como a de “Loba de Ray-Ban” marcaram o fim dos anos 80. O que fazia Maria Maya nesta época?

Eu nasci em 1981 e tinha apenas 8 para 9 anos. Como sou filha de artistas, tive a oportunidade de estar presente no palco desde novinha; acompanhava espetáculos que marcaram a história. De alguma forma estava sendo alimentada pelo teatro. E o mais engraçado é que, na época, eu não queria ser atriz: aspirava me tornar administradora de empresa, para cuidar do dinheiro da família. Eu assistia ao sofrimento dos meus pais para produzir teatro numa época em que não existia essa coisa de leis e patrocínio. As pessoas se endividavam, vendiam o carro para levantar seus projetos. Eles davam o sangue, a alma por amor ao teatro. E isso eu guardei em mim.
Após as temporadas paulistas...Em abril maio e junho, “Loba de Ray-Ban” e “Play” farão turnê pelo país juntas. Vai ser ótimo conhecer outras cidades. Em julho, “Loba” entra em temporada do Rio de Janeiro.

Postado por Daiane Rodrigues

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Vestido de Maria Maya tem babadinhos na barra.

07/04/2010
É delicado e ao mesmo tempo sexy o vestido que a atriz Maria Maya usou, no Rio de Janeiro, durante entrega de um prêmio de teatro. Repare que o modelo pretinho ganha nova vida com as cinco camadas de babados aplicadas à barra, nos tons preto, cinza e prata. Funcionou muito bem, aprovada!
(Por Carol Hungria)

Fonte: Editora Abril

Postado por Daiane Rodrigues