Mostrando postagens com marcador Festival Curitiba. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Festival Curitiba. Mostrar todas as postagens

Maria Maya curte festa comandada por Pedro Neschling em Curitiba.

Maria Maya aproveitou uma folga nas gravações de "Aquele Beijo" para conferir o festival de teatro de Curitiba, neste sábado, 31, e terminou a noite na balada. A atriz se divertiu na festa Funfarra, comandada pelo colega Pedro Neschling.

Maria Maya na festa Funfarra, em Curitiba (Foto: André Muzell/Ag News)

Pedro Neschling comanda festa Funfarra em Curitiba (Foto: André Muzell/Ag News)

Fonte: EGO

Postado por Daiane Rodrigues

Maria Maya se apresenta em tributo ao tio, Chico Anysio.

"Não pude estar na missa hoje, mas pude estar em cena fazendo essa homenagem”, disse a atriz, em Curitiba.
Após conceder uma coletiva de imprensa, Maria Maya arrancou aplausos de uma multidão na 21ª edição do Festival de Teatro de Curitiba. A atriz apresentou, junto com Rodrigo Nogueira, a peça “Obituário Ideal” na noite de sábado (31) e a dedicou ao tio e padrinho de batismo, Chico Anysio, que morreu no último dia 23.

Para participar do festival, ela precisou se ausentar da missa de sétimo dia do humorista. "Não pude estar na missa hoje, mas pude estar em cena fazendo essa homenagem”, contou Maria em conversa com QUEM. A atriz ficou feliz com a receptividade do público durante a performance. "Foi [uma apresentação] emotiva em todos os sentidos, por eu estar participando do festival, por ser a primeira vez fora do Rio, pelo público ter sido tão ativo e feliz.”
Na telinha com a novela “Aquele Beijo”, Maria contou que consegue conciliar o trabalho da televisão e do teatro. "Quanto mais trabalho você tem, você consegue fazer mais. Isso aconteceu em quase todas as novelas que eu fiz”, disse ela que apesar de já ter atuado em duas tramas assinadas por Miguel Falabella, “Aquele Beijo” e “Salsa e Merengue”, ainda não participou de peças do autor. Ainda não tive esse prazer, mas o Falabella é um dos meus padrinhos na televisão."

Fonte: Quem Notícias

Postado por Daiane Rodrigues

Maria Maya volta aos palcos após morte de Chico Anysio: "É uma data emotiva para mim"

Maria Maya apresenta a peça “Obituário Ideal”, no Festival de Teatro de Curitiba, no Paraná, nesta sexta-feira (30) e no sábado (31). A peça fala de um casal que frequenta enterros de desconhecidos A atriz contracena com Rodrigo Nogueira, ator e autor da peça.

Sobrinha-neta de Chico Anysio, que morreu no dia 23 de março, Maria falou sobre a perda do humorista: “Há uma semana, perdi meu tio. Infelizmente não poderei estar na missa de sétimo dia, mas logo mais estarei em cena, fazendo o que ele mais gostava: atuar. É uma data emotiva para mim”.

Sobre o espetáculo, a atriz afirmou que a peça é cômica. “Pode parecer mórbido, mas tem bastante humor. O humor vem absurdo, da massa violenta que vivemos.” Após uma temporada em cartaz no Rio de Janeiro, o espetáculo será encenado em São Paulo e, em agosto, irá viajar pelo interior do Rio de Janeiro.

Fonte: Boa Informação
Postado por Daiane Rodrigues

Uma comédia noir no 21º Festival de Teatro de Curitiba

Obituário Ideal, uma das primeiras peças do 21.º Festival de Teatro de Curitiba a esgotar os ingressos, não fala de morte. Foi o que adiantou a dupla de atores Maria Maya e Rodrigo Nogueira em uma divertida conversa com os jornalistas na manhã de hoje (30.03). Apesar do nome, o texto assinado por Nogueira trata do efeito que a exposição à violência urbana diária provoca nas pessoas. E fala de amor também. A história parte de um casal de classe média que já não sente o mesmo amor de antes e passa a procurar a emoção perdida freqüentando velórios. A busca é pelo obituário ideal, aquele capaz de resgatar os sentimentos. “A gente trata do embotamento de uma geração. É tudo muito patético e absurdo. A gente vai percebendo como as pessoas vão se acostumando e no final estão rindo. Pode parecer mórbido, mas é uma comédia noir”, diz a atriz. “Nessa busca deles vão se redescobrindo como casal, mas precisam desse estímulo”, completa Nogueira.

Citado por outros diretores do Festival de Teatro de Curitiba como um bom autor da nova geração, Nogueira explica que seus textos trazem muito de sua profissão anterior. Em cena, ele leva referências da realidade mas sua busca essencial, diz, é pelo teatro. “Tenho muita influência do jornalismo, está é minha peça mais linear”, comenta ele, que escreveu as notícias usadas no espetáculo com acontecimentos reais com pitadas de ficção. As notícias pontuam as cenas, segue ele, e existe uma televisão permanentemente ligada transmitindo, estas sim, notícias reais. “A intenção é manter um ruído constante”, diz o ator, que se reconhece incapaz de fazer teatro de outro jeito. “Ao mesmo tempo que uso a ficção, fico sempre no limiar com a realidade. Gosto de provocar a dúvida, mas isso é realidade ou isso é teatro? Isso tem a ver com minha vida, pois não acredito que as coisas são preto ou branco. Hoje não é mais ser ou não ser. É ser e não ser”, diz o ator, autor e jornalista.

Nogueira diz que preza muito as relações. E a química entre ele e a atriz fica evidente até mesmo na coletiva de imprensa, período em que brincam e se provocam o tempo todo. “Não tenho texto guardado, tenho essa necessidade de saber para quem estou escrevendo”, argumenta ele. “Temos uma parceria já, e isso vai estreitando a cada vez a relação e nosso amadurecimento em cena só melhora”, completa a atriz e produtora, contando que o autor muda muito o texto. Bem humorado ele disse que só não mudou para Curitiba porque não teve tempo. “É, ele não mudou até agora porque acabamos de chegar, mas até a noite... ele vai vendo o que acontece e muda”, replicou ela.

Quase ao final da entrevista, um momento comovente tomou conta do ambiente, quando Maria Maya lembrou que hoje completa uma semana da morte de seu tio, Chico Anysio. “Não posso estar lá para participar da cerimônia, mas ao mesmo tempo nada melhor que estar em cena fazendo o que ele mais amava neste festival de teatro que é o mais importante do Brasil”.

Patrocinadores – O Festival de Teatro de Curitiba é apresentado pelo Itaú e patrocinado pela Britania, Copel, Heineken, Nissan, Petrobras e Fundação Cultural de Curitiba, com apoio do SESI. A Vivo é a operadora oficial do evento. ParkShoppingBarigüi, Shopping Mueller e Shopping Palladium são as bilheterias, enquanto a Lúmen é a rádio oficial do Fringe.

Nos eventos associados, a Heineken patrocina o Risorama. Já o Guritiba, que tem parte da renda revertida para o Hospital Pequeno Príncipe, é patrocinado por Mili e Denso. O Balaroti é o patrocinador do Mish Mash. A Electrolux apresenta o Gastronomix, que usa as louças da Oxford Porcelanas, o café Melitta e vinhos Porto a Porto. Pela segunda vez, também recebe o selo Gastronomia Responsável, movimento idealizado pela Fundação Grupo O Boticário de Proteção à Natureza. O Festival de Teatro de Curitiba tem ainda a contribuição cultural (pela aquisição de ingressos), da Arauco, Brose, Empalux, Furukawa, Neodent, Ouro Verde Transp. E Locação Ltda, Potencial, Totvs, Unimed e Volvo.
(Adriane PerinAdd contact)

Fonte: Parana Shop

Postado por Daiane Rodrigues

Maria Maya encena peça em Curitiba: “A gente está lindo em cena”

A atriz Maria Maya se apresentou no Festival de Teatro com a peça “Obituário Ideal”

Maria Maya subiu ao palco do teatro do Sesc da Esquina, em Curitiba, para encenar a peça “Obituário Ideal”, na noite desta sexta-feira (30). Na apresentação, que faz parte do Festival de Teatro de Curitiba e se repete no sábado (31) às 21h no mesmo local, a atriz dividiu a cena com Rodrigo Nogueira, também autor do espetáculo, que conta a história de um casal anestesiado pela violência do cotidiano, que começa a ir a enterros de desconhecidos para chorar, passando a procurar velórios cada vez mais chocantes até chegar ao título da montagem.


"Pode parecer mórbido, mas tem bastante humor. O humor vem do absurdo, da massa violenta que vivemos. É uma peça leve, com estética dos anos 50. Parece comercial de margarina", afirmou. Nogueira complementou. “Os personagens usam frases como ‘morrer de bala perdida é melhor que por atropelamento’, ‘morte de velho não emociona’ e ‘velório de pobre é melhor’. Uma TV fica ligada o tempo inteiro, incluímos notícias do cotidiano com a voz da (jornalista) Maria Beltrão, além de programas como o do Chacrinha e ‘Repórter Esso’. É minha peça mais linear”.

Por conta do estilo de incluir fatos, o autor mexe no texto. “Só não mexi hoje porque não deu tempo”. E comparou a estrutura do espetáculo, que inclui o uso de tecnologia, ao filme vencedor do Oscar deste ano. “’O Artista’ faz exatamente o que eu faço, pegar uma linguagem que deu certo e apresenta-la de uma nova forma. Eu acho, por exemplo, a estrutura folhetinesca de novela fantástica”.

A parceria entre os dois surgiu na peça ‘Play’. “Também sou produtora e tento trazer novos autores. E bacana estimular isso. Após uma temporada em cartaz no Rio de Janeiro, vamos para São Paulo e, em agosto, viajaremos pelo interior do Rio. Em junho estreio a peça ‘Pop Corn’”, contou a intérprete de Raíssa na novela “Aquele Beijo”, que chega ao fim no próximo dia 13.

A ação das cenas faz com que Maria troque de roupa cinco vezes no espetáculo. “A gente está lindo em cena. Em toda peça ele fica de cueca do meu lado”, brincou. Nogueira devolveu. “Eu acho que o público merece ver a Maria de calcinha e sutiã no palco”.

Na coletiva de imprensa realizada durante o dia, a atriz falou sobre a morte de Chico Anysio, de quem é sobrinha-neta. “Há uma semana, perdi meu tio. Infelizmente não poderei estar na missa de sétimo dia, mas estarei em cena, fazendo o que ele mais gostava: atuar. É uma data emotiva para mim".

Fonte: Quem Notícias

Postado por Daiane Rodrigues