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Pé na estrada com Obituário Ideal.

 “Quem nunca deparou-se com alguém contando uma história sobre atração por obituários? Posso te confessar uma coisa? Meu avô adorava ler obituários, e eu adorava lê-los com ele.”
Então, aproveita que eu liberei essa história e vá ler obituários da peça "Obituário Ideal" junto com Maria Maya e Rodrigo Nogueira.

Vejam agenda abaixo:
09 de Agosto / SESI Macaê – 20h00
10 de Agosto / SESI Campos – 20h00
11 de Agosto / SESI Itaperuna – 20h00

Não percam está oportunidade é uma peça incrivel! :)

Postado por Daiane Rodrigues

Maria Maya curte festa comandada por Pedro Neschling em Curitiba.

Maria Maya aproveitou uma folga nas gravações de "Aquele Beijo" para conferir o festival de teatro de Curitiba, neste sábado, 31, e terminou a noite na balada. A atriz se divertiu na festa Funfarra, comandada pelo colega Pedro Neschling.

Maria Maya na festa Funfarra, em Curitiba (Foto: André Muzell/Ag News)

Pedro Neschling comanda festa Funfarra em Curitiba (Foto: André Muzell/Ag News)

Fonte: EGO

Postado por Daiane Rodrigues

Maria Maya se apresenta em tributo ao tio, Chico Anysio.

"Não pude estar na missa hoje, mas pude estar em cena fazendo essa homenagem”, disse a atriz, em Curitiba.
Após conceder uma coletiva de imprensa, Maria Maya arrancou aplausos de uma multidão na 21ª edição do Festival de Teatro de Curitiba. A atriz apresentou, junto com Rodrigo Nogueira, a peça “Obituário Ideal” na noite de sábado (31) e a dedicou ao tio e padrinho de batismo, Chico Anysio, que morreu no último dia 23.

Para participar do festival, ela precisou se ausentar da missa de sétimo dia do humorista. "Não pude estar na missa hoje, mas pude estar em cena fazendo essa homenagem”, contou Maria em conversa com QUEM. A atriz ficou feliz com a receptividade do público durante a performance. "Foi [uma apresentação] emotiva em todos os sentidos, por eu estar participando do festival, por ser a primeira vez fora do Rio, pelo público ter sido tão ativo e feliz.”
Na telinha com a novela “Aquele Beijo”, Maria contou que consegue conciliar o trabalho da televisão e do teatro. "Quanto mais trabalho você tem, você consegue fazer mais. Isso aconteceu em quase todas as novelas que eu fiz”, disse ela que apesar de já ter atuado em duas tramas assinadas por Miguel Falabella, “Aquele Beijo” e “Salsa e Merengue”, ainda não participou de peças do autor. Ainda não tive esse prazer, mas o Falabella é um dos meus padrinhos na televisão."

Fonte: Quem Notícias

Postado por Daiane Rodrigues

Maria Maya volta aos palcos após morte de Chico Anysio: "É uma data emotiva para mim"

Maria Maya apresenta a peça “Obituário Ideal”, no Festival de Teatro de Curitiba, no Paraná, nesta sexta-feira (30) e no sábado (31). A peça fala de um casal que frequenta enterros de desconhecidos A atriz contracena com Rodrigo Nogueira, ator e autor da peça.

Sobrinha-neta de Chico Anysio, que morreu no dia 23 de março, Maria falou sobre a perda do humorista: “Há uma semana, perdi meu tio. Infelizmente não poderei estar na missa de sétimo dia, mas logo mais estarei em cena, fazendo o que ele mais gostava: atuar. É uma data emotiva para mim”.

Sobre o espetáculo, a atriz afirmou que a peça é cômica. “Pode parecer mórbido, mas tem bastante humor. O humor vem absurdo, da massa violenta que vivemos.” Após uma temporada em cartaz no Rio de Janeiro, o espetáculo será encenado em São Paulo e, em agosto, irá viajar pelo interior do Rio de Janeiro.

Fonte: Boa Informação
Postado por Daiane Rodrigues

Uma comédia noir no 21º Festival de Teatro de Curitiba

Obituário Ideal, uma das primeiras peças do 21.º Festival de Teatro de Curitiba a esgotar os ingressos, não fala de morte. Foi o que adiantou a dupla de atores Maria Maya e Rodrigo Nogueira em uma divertida conversa com os jornalistas na manhã de hoje (30.03). Apesar do nome, o texto assinado por Nogueira trata do efeito que a exposição à violência urbana diária provoca nas pessoas. E fala de amor também. A história parte de um casal de classe média que já não sente o mesmo amor de antes e passa a procurar a emoção perdida freqüentando velórios. A busca é pelo obituário ideal, aquele capaz de resgatar os sentimentos. “A gente trata do embotamento de uma geração. É tudo muito patético e absurdo. A gente vai percebendo como as pessoas vão se acostumando e no final estão rindo. Pode parecer mórbido, mas é uma comédia noir”, diz a atriz. “Nessa busca deles vão se redescobrindo como casal, mas precisam desse estímulo”, completa Nogueira.

Citado por outros diretores do Festival de Teatro de Curitiba como um bom autor da nova geração, Nogueira explica que seus textos trazem muito de sua profissão anterior. Em cena, ele leva referências da realidade mas sua busca essencial, diz, é pelo teatro. “Tenho muita influência do jornalismo, está é minha peça mais linear”, comenta ele, que escreveu as notícias usadas no espetáculo com acontecimentos reais com pitadas de ficção. As notícias pontuam as cenas, segue ele, e existe uma televisão permanentemente ligada transmitindo, estas sim, notícias reais. “A intenção é manter um ruído constante”, diz o ator, que se reconhece incapaz de fazer teatro de outro jeito. “Ao mesmo tempo que uso a ficção, fico sempre no limiar com a realidade. Gosto de provocar a dúvida, mas isso é realidade ou isso é teatro? Isso tem a ver com minha vida, pois não acredito que as coisas são preto ou branco. Hoje não é mais ser ou não ser. É ser e não ser”, diz o ator, autor e jornalista.

Nogueira diz que preza muito as relações. E a química entre ele e a atriz fica evidente até mesmo na coletiva de imprensa, período em que brincam e se provocam o tempo todo. “Não tenho texto guardado, tenho essa necessidade de saber para quem estou escrevendo”, argumenta ele. “Temos uma parceria já, e isso vai estreitando a cada vez a relação e nosso amadurecimento em cena só melhora”, completa a atriz e produtora, contando que o autor muda muito o texto. Bem humorado ele disse que só não mudou para Curitiba porque não teve tempo. “É, ele não mudou até agora porque acabamos de chegar, mas até a noite... ele vai vendo o que acontece e muda”, replicou ela.

Quase ao final da entrevista, um momento comovente tomou conta do ambiente, quando Maria Maya lembrou que hoje completa uma semana da morte de seu tio, Chico Anysio. “Não posso estar lá para participar da cerimônia, mas ao mesmo tempo nada melhor que estar em cena fazendo o que ele mais amava neste festival de teatro que é o mais importante do Brasil”.

Patrocinadores – O Festival de Teatro de Curitiba é apresentado pelo Itaú e patrocinado pela Britania, Copel, Heineken, Nissan, Petrobras e Fundação Cultural de Curitiba, com apoio do SESI. A Vivo é a operadora oficial do evento. ParkShoppingBarigüi, Shopping Mueller e Shopping Palladium são as bilheterias, enquanto a Lúmen é a rádio oficial do Fringe.

Nos eventos associados, a Heineken patrocina o Risorama. Já o Guritiba, que tem parte da renda revertida para o Hospital Pequeno Príncipe, é patrocinado por Mili e Denso. O Balaroti é o patrocinador do Mish Mash. A Electrolux apresenta o Gastronomix, que usa as louças da Oxford Porcelanas, o café Melitta e vinhos Porto a Porto. Pela segunda vez, também recebe o selo Gastronomia Responsável, movimento idealizado pela Fundação Grupo O Boticário de Proteção à Natureza. O Festival de Teatro de Curitiba tem ainda a contribuição cultural (pela aquisição de ingressos), da Arauco, Brose, Empalux, Furukawa, Neodent, Ouro Verde Transp. E Locação Ltda, Potencial, Totvs, Unimed e Volvo.
(Adriane PerinAdd contact)

Fonte: Parana Shop

Postado por Daiane Rodrigues

Maria Maya encena peça em Curitiba: “A gente está lindo em cena”

A atriz Maria Maya se apresentou no Festival de Teatro com a peça “Obituário Ideal”

Maria Maya subiu ao palco do teatro do Sesc da Esquina, em Curitiba, para encenar a peça “Obituário Ideal”, na noite desta sexta-feira (30). Na apresentação, que faz parte do Festival de Teatro de Curitiba e se repete no sábado (31) às 21h no mesmo local, a atriz dividiu a cena com Rodrigo Nogueira, também autor do espetáculo, que conta a história de um casal anestesiado pela violência do cotidiano, que começa a ir a enterros de desconhecidos para chorar, passando a procurar velórios cada vez mais chocantes até chegar ao título da montagem.


"Pode parecer mórbido, mas tem bastante humor. O humor vem do absurdo, da massa violenta que vivemos. É uma peça leve, com estética dos anos 50. Parece comercial de margarina", afirmou. Nogueira complementou. “Os personagens usam frases como ‘morrer de bala perdida é melhor que por atropelamento’, ‘morte de velho não emociona’ e ‘velório de pobre é melhor’. Uma TV fica ligada o tempo inteiro, incluímos notícias do cotidiano com a voz da (jornalista) Maria Beltrão, além de programas como o do Chacrinha e ‘Repórter Esso’. É minha peça mais linear”.

Por conta do estilo de incluir fatos, o autor mexe no texto. “Só não mexi hoje porque não deu tempo”. E comparou a estrutura do espetáculo, que inclui o uso de tecnologia, ao filme vencedor do Oscar deste ano. “’O Artista’ faz exatamente o que eu faço, pegar uma linguagem que deu certo e apresenta-la de uma nova forma. Eu acho, por exemplo, a estrutura folhetinesca de novela fantástica”.

A parceria entre os dois surgiu na peça ‘Play’. “Também sou produtora e tento trazer novos autores. E bacana estimular isso. Após uma temporada em cartaz no Rio de Janeiro, vamos para São Paulo e, em agosto, viajaremos pelo interior do Rio. Em junho estreio a peça ‘Pop Corn’”, contou a intérprete de Raíssa na novela “Aquele Beijo”, que chega ao fim no próximo dia 13.

A ação das cenas faz com que Maria troque de roupa cinco vezes no espetáculo. “A gente está lindo em cena. Em toda peça ele fica de cueca do meu lado”, brincou. Nogueira devolveu. “Eu acho que o público merece ver a Maria de calcinha e sutiã no palco”.

Na coletiva de imprensa realizada durante o dia, a atriz falou sobre a morte de Chico Anysio, de quem é sobrinha-neta. “Há uma semana, perdi meu tio. Infelizmente não poderei estar na missa de sétimo dia, mas estarei em cena, fazendo o que ele mais gostava: atuar. É uma data emotiva para mim".

Fonte: Quem Notícias

Postado por Daiane Rodrigues

Obituário Ideal no Festival de Curitiba!

Olá Galera!

Maria Maya estará com a peça nos dias 30 e 31 de março no Sesc – Esquina no Festival de Curitiba, então curitibanos o que estão esperando para adquirir o seus ingressos?
A peça Obituária Ideal é maravilhosa, vocês ri e se emocionam ao mesmo tempo, Maria e Rodrigo estão fantásticos, vocês precisam ver, vejam sinopse da peça abaixo:

OBITUÁRIO IDEAL
COMÉDIA

Com humor ácido, o texto conta a história de um casal de trinta e poucos anos que, anestesiado pela banalização da violência, não consegue mais entrar em contato com seus sentimentos e passa a ir a enterros de desconhecidos para chorar. Ao chorar, os dois personagens reencontram emoções perdidas e começam a se redescobrir como casal. Ao mergulhar cada vez mais nesta redescoberta, o casal sai em busca do ‘choro grave’ – o choro supostamente mais dolorido - e passa a procurar enterros cada vez mais chocantes, enquanto se pergunta até onde pode ir na tentativa de viver uma sensação de plenitude. Qual seria o obituário ideal?

Teatro – Sesc da Esquina
Data: 30 e 31 de Março
Hora: 21h00
Platéia: 184 lugares
Inteira: R$ 50,00
Meia: R$25,00
Rua: Visconde Rio Branco, 969 – Mercês
Cidade: Curitiba – PR.

Comprar Ingresso Online

Vocês não vão se arrepender, pelo ao contrario, sairam do espetuculo com sensação de quero mais!
Postado por Daiane Rodrigues

Duas apresentações extra de Obituário Ideal no Gamboa - RJ!

Olá Galera! :)

Obituário Ideal, estará neste próximo final de semana no Gamboa, então cariocas que ainda não tiveram a oportunidade de irem, que tal se divertirem nessas 2 ultimas apresentações no RIO DE JANEIRO? De um belo espetáculo e com muitas críticas positivas, um espetáculo maravilhoso, trágico e comédia, Maria Maya e Rodrigo Nogueira estão incríveis, eles sabem emocionar e alegrar seu público ao mesmo tempo.



Abaixo Maria Maya convida vocês:

Depois de 4 ótimas críticas e uma indicação ao prêmio Shell de melhor Autor, nosso OBITUÁRIO IDEAL chega à Gamboa para apenas 2 apresentações.Quem não viu, não pode perder esta oportunidade. Será nossa despedida do Rio de Janeiro.


En
dereço instituto Galpão Gamboa
Rua: daGamboa, 279 - Barão da Gamboa, Rio de Janeiro, Brasil.
Dia: 28 e 29 de Janeiro.



Galera, nos edicamos, pois é uma peça magnifica! :)

NÃO PERCAM!!!

Postado por Daiane Rodrigues

Ultima semana de Obituário Ideal.

Olá Galera! :)

Ultima semana de Obituário Ideal, cariocas que ainda não tiveram a oportunidade de irem, que tal se divertirem nesta ultima semana de um belo espetáculo e com muitas críticas positivas.
Um espetáculo maravilhoso, trágico e comédia, Maria Maya e Rodrigo Nogueira estão incríveis, eles sabem emocionar e alegrar seu público.

"Um jovem casal, anestesiado pela banalização da violência, não consegue mais entrar em contato com seus sentimentos. Por isso passa a ir a enterros de desconhecidos para chorar. Através do choro, os dois conseguem entrar em contato com suas emoções perdidas, e começam a se redescobrir como casal. Mas, querendo mergulhar cada vez mais nesta descoberta, o casal sai em busca do 'choro grave' - o choro supostamente mais dolorido. Assim, procuram enterros cada vez mais chocantes para se emocionar. E se perguntam: até onde podem ir na tentativa de viver uma sensação de plenitude? Qual seria o obituário ideal?"

Teatro Laura Alvim – Ipanema RJ.
Quinta à Sábado – 21h00
Domingo – 19h00

Então quem não viu ainda, corram e adquire seus ingressos.
ULTIMA SEMANA!!!

Postado por Daiane Rodrigues

Maria Maya produz e estrela a peça "Obituário ideal", em cartaz no Rio.

Maria Maya foi entrevistada no dia 07/12/2011 por Maria Beltrão no programa "Estúdio I" no Globo News, Maria conta que seu mais novo espetáculo, "Obituário ideal", trata da banalização da violência e das estranhas manias de um casal que busca se reencontrar com seus sentimentos. O diretor Rodrigo Nogueira fala sobre a parceria dos dois no teatro.



Fonte: Globo News

Postado por Daiane Rodrigues

Entrevista: Globo News

Olá Galera,
Hoje Maria Maya estará ao vivo ás 14h00 no “Canal Globo News” para ser entrevistada pela Maria Beltrão, a entrevista será sobre a peça Obituário Ideal e seu personagem Raíssa em “Aquele Beijo” novela da 7 na rede Globo.


Aproveitamos está postagem, cariocas, ver dupla Maria & Rodrigo , atuando em obituário ideal , foi de uma grandeza especial, uma peça com um texto maravilhoso, onde consegue levar a platéia de risos a tensos momentos , uma historia que se de certa forma vem acontecendo com as pessoas , vale apena assisti , trabalho corporal dos dois é impressionante , com momentos que só lá vai ter , fixo aquele humor na busca do choro , uma historia totalmente diferente do vamos buscar , uma coisa onde você sai pensando , então que ainda não assistiu, o que estão esperando para sentir está sensação?
É Maravilhosa!

postado por Daiane Rodrigues

Entrevista com Rodrigo Nogueira, premiado dramaturgo fala sobre seu novo espetáculo, "Obituário Ideal" com Maria Maya.

Obituário Ideal
Rodrigo Nogueira encena seu novo texto, acompanhado de Maria Maya no palco
Uma enfermeira e um professor de matemática não conseguem mais entrar em contato com seus sentimentos, anestesiados pela banalização da violência pela mídia. A solução encontrada pelo casal é totalmente inusitada: eles passam a frequentar enterros de desconhecidos para chorar. Através do pranto coletivo, os dois revivem emoções perdidas, e começam a se redescobrir como casal – ainda que, a fim de ir mais fundo nesta redescoberta, estejam sempre em busca de situações mais doloridas, em enterros cada vez mais chocantes.

Em temporada até 11 de dezembro, na Casa de Cultura Laura Alvim, “Obituário Ideal” fala da violência urbana através da mídia com humor ácido. No elenco estão Maria Maya – que vive a personagem Raíssa Barbosa, na novela “Aquele Beijo”, da TV Globo – e Rodrigo Nogueira, que também assina o texto e a direção ao lado de Thiare Maia.

Apesar do enredo incomum, a peça faz rir. “Eles são um casal falido, com os sentimentos embotados. A mulher só consegue sentir paz e afeto pelo marido naquela situação. Chega a dizer ‘o amor pelo morto é o amor mais verdadeiro que existe’. Como dramaturgo, Rodrigo tem uma forma de escrever corrosiva. Em contraponto ao texto, a ambientação é dos anos 1950, perfeitinha, cheia de leveza. Toda essa bizarrice é irônica”, diz Maria, que também produz o espetáculo.

Indicado aos prêmios Shell e APTR 2010 pelo texto da peça “Play”, Rodrigo Nogueira, diz que a parceria com Maria Maya é um dos pontos em comum entre as duas montagens: “Temos uma química muito forte, nos damos muito bem em cena. Em ‘Play’ éramos um dos casais, e agora reeditamos essa parceria, que deu certo”.

Outro ponto de encontro é a própria dramaturgia do autor, que traz diálogos precisos e uma mistura de realidade e com ficção. Todas as cenas começam com uma notícia – metade verdade, metade falsa – narrada por Maria Beltrão, apresentadora da Globo News. “Não é uma crítica ao jornalismo, mas sim à época de hoje. É um humor ousado, mas não grosseiro. É um humor crítico. As pessoas se reconhecem e riem muito”, diz Rodrigo, que, antes de se dedicar ao teatro, trabalhou como jornalista.
Entrevista com Rodrigo Nogueira, Premiado dramaturgo fala sobre seu novo espetáculo, 'Obituário Ideal'.

Uma enfermeira e um professor de matemática não conseguem mais entrar em contato com seus sentimentos, anestesiados pela banalização da violência pela mídia. A solução encontrada pelo casal é totalmente inusitada: eles passam a frequentar enterros de desconhecidos para chorar. Através do pranto coletivo, os dois revivem emoções perdidas, e começam a se redescobrir como casal – ainda que, a fim de ir mais fundo nesta redescoberta, estejam sempre em busca de situações mais doloridas, em enterros cada vez mais chocantes.

Em temporada até 18 de dezembro, na Casa de Cultura Laura Alvim, “Obituário Ideal” é um espetáculo recheado de subjetividade. Com humor ácido, a peça fala de amor e da violência urbana através da mídia. No elenco estão Maria Maya – que vive a personagem Raíssa, na novela “Aquele Beijo”, da TV Globo – e Rodrigo Nogueira, que também assina o texto e a direção ao lado de Thiare Maia.

Você tem formação em jornalismo e em teatro, como ator. Como começou a escrever para teatro?
Foi uma motivação extremamente egoísta: foi para me colocar em cena. Eu era ator, queria fazer peças, mas tinha que comprar direitos autorais, que eram muito caros. Eu queria montar uma peça do Neil LaBute, chamada “A Forma das Coisas”, e me cobraram US$ 7 mil de direitos. Como eu era um moleque de 24 anos, e não tinha dinheiro nenhum, falei: 'Quer saber? Eu vou escrever, porque não tem que pagar!'. Foi uma forma que eu encontrei para atuar. Porque dá para fazer peça com pouco dinheiro. Mas se você quer comprar um texto, tem que gastar muito dinheiro. Foi só por isso que comecei a escrever. Por essa necessidade.

E agora você já soma 11 textos montados e é visto como um autor com identidade dramatúrgica...
A identidade é porque eu tenho um jeito muito específico de escrever diálogos, que são muito rápidos, e também pela temática do que é real e do que não é. Eu não consigo fazer uma peça de teatro sem lembrar que a gente está dentro de uma peça de teatro. Essas duas características se unem muito fortemente e criam uma característica da minha dramaturgia.

Como você cria? É rápido? Faz pesquisas longas?
Varia muito de um trabalho para o outro. Mas de uma forma geral, sofro na hora de criar. Quando eu sei o que é a história, eu escrevo muito rápido, não tenho dificuldade. Isso veio do jornalismo, onde – às vezes – eu tinha que escrever uma matéria com o jornal no ar. Então a prática de sentar em frente ao computador, organizar as ideias, e escrever é muito fácil para mim. O que demora é o antes.

Como foi o processo de criação de “Obituário Ideal”?
Essa peça foi diferente porque eu a escrevi pela primeira vez em 2008, orientado pelo Bosco Brasil, num programa de jovens dramaturgos com profissionais experientes do Sesc. Na época, a Maria leu e gostou muito. Mas montamos “Play”, e fizemos milhares de outras coisas. Este ano ela me chamou para montar, e voltei ao texto. Achei que não tinha condição de montar aquilo, porque eu era muito diferente. As coisas que eu escrevia eram muito diferentes. Eu li e não gostei. Até me reconheci, mas achei imaturo. Reescrevi a peça inteira.

Como pesquisa, você foi a enterros para escrever essa peça?
Tirando a época de estagiário de jornal, quando cobri algumas mortes de traficantes, eu nunca tinha ido a um enterro até escrever essa peça. Depois que escrevi, fui a um único enterro de amigo. As tiradas da peça são da minha cabeça. A coisa de realidade e ficção não é só o meu tema, é a forma como que eu escrevo também. Eu misturo muita coisa.

Muitos realizadores de cinema e de teatro têm levado para suas obras essa quebra entre realidade e ficção. De onde vem essa necessidade?
Realmente tem muita gente falando disso. Eu acredito que é porque isso não é muito diferente da nossa vida. Se eu me apaixono, é alguma coisa que eu crio. Não é matemático: eu me apaixono por alguém por uma criação da minha cabeça, a outra pessoa se apaixona por mim por uma criação da cabeça dela. Além disso, a necessidade é de 2011. É muita coisa, muito aparelho, muita gente. É tanta informação, que a ficção só não basta para emocionar. Porque a gente já viu demais. Cada vez mais se precisa do real para poder emocionar. É como se a ficção estivesse batida. E também a realidade está batida. Então a opção é misturar das duas coisas. Isso explica o sucesso dos reality shows ou dos documentários, cuja linguagem está cada vez mais misturada. Isso é bem claro nos últimos 15 anos.

Suas outras peças também têm essa mistura?
Sempre. É uma obsessão. Cada peça fala de forma diferente, com temas diferentes. Todas as minhas peças têm isso. A única peça que não teve foi "Ainda Bem que Foi Agora”, uma comédia romântica, que escrevi com a Júlia Spadaccini. Mas tinha uma hora que os atores falavam para a plateia...

Quais são os projetos para 2012?
Como autor e diretor, vou fazer uma peça que está com o nome provisório de “Plurais”, onde comparo o universo feminino com o teatro. Com Malu Valle, Andréia Horta, Fabíula Nascimento e Dani Barros. São três histórias que envolvem mulheres mais novas com uma mais velha. E podem ser vistas do ponto de vista de atrizes mais jovens entrevistando a atriz mais velha, sobre o futuro delas. E como ator, vou fazer “Dentro”, com a Cia. Pequena Orquestra, da qual faço parte.

Um recadinho para chamar as pessoas para 'Obituário Ideal'?
A Maria fica de camisola e ela está muito linda (risos). Ela está incrivelmente linda, vale a pena ver. Não corte isso, viu? Deixa lá!
Postado por Daiane Rodrigues

Mais uma crítica maravilhosa da peça "Obituário ideal".

"Um jovem casal, anestesiado pela banalização da violência, não consegue mais entrar em contato com seus sentimentos. Por isso passa a ir a enterros de desconhecidos para chorar. Através do choro, os dois conseguem entrar em contato com suas emoções perdidas, e começam a se redescobrir como casal. Mas, querendo mergulhar cada vez mais nesta descoberta, o casal sai em busca do 'choro grave' - o choro supostamente mais dolorido. Assim, procuram enterros cada vez mais chocantes para se emocionar. E se perguntam: até onde podem ir na tentativa de viver uma sensação de plenitude? Qual seria o obituário ideal?"

Extraído do release que me foi enviado, o fragmento acima sintetiza o enredo de "Obituário ideal", de autoria de Rodrigo Nogueira. Em cartaz no Espaço Sesc, a montagem tem direção assinada por Nogueira e Thiare Maia (com orientação de Bel Garcia e João Fonseca), estando o elenco formado por Rodrigo Nogueira e Maria Maya.

Como se vê, estamos diante de um tema de grande relevância e atualidade, posto que, supostamente incapazes de fazer frente à violência generalizada, tendemos a banalizá-a, tornando-nos cada vez mais anestesiados. Trata-se, naturalmente, de uma postura cômoda e alienada, já que todos somos responsáveis tanto pelo que fazemos como por tudo aquilo que deixamos de fazer - ao nos calarmos diante de múltiplas atrocidades, estamos contribuindo para que elas se perpetuem. Ou não?

Assim, o presente texto nos coloca diante de um casal alienado. Mas como o autor não pretendeu escrever um texto sobre a alienação contemporânea, vou me ater ao que objetivou: um casal que procura resgatar sua relação isenta de emoções através da desgraça alheia. É uma idéia curiosa e original, e me permito apenas a ressalva de achar que, em algum momento, mesmo que através de uma breve cena, pudéssemos saber as razões que levaram o casal ao estado em que se encontra.

Seja como for, "Obituário ideal" é muito bem escrito, impregnado de um humor ácido e contundente, diálogos fluentes e situações impactantes e inesperadas. E sua transposição cênica está em perfeita sintonia com seus principais conteúdos, cabendo ressaltar a originalidade das marcações e o esmerado trabalho no tocante aos tempos rítmicos.

Com relação ao elenco, Rodrigo Nogueira exibe presença, carisma e escolhas que evidenciam sua inteligência cênica. O mesmo se aplica a Maria Maya, possuidora de ótima voz, grande domínio corporal e, não custa nada enfatizar, uma beleza sempre e cada vez mais impregnada de mistérios. E ambos constróem uma contracena plena de entendimento e cumplicidade, deixando claro o enorme prazer que sentem com a presente parceria.

Na equipe técnica, são corretos os trabalhos de todos os envolvidos nesta oportuna empreitada teatral - Aurora dos Campos (cenário), Gabriela Campos (figurinos), Renato Machado (iluminação), Rodrigo Marçal (trilha sonora), Breno Guimarães (preparação corporal) e Juliano Gomes (vídeos).

OBITUÁRIO IDEAL - Texto de Rodrigo Nogueira. Direção de Nogueira e Thiare Maia. Com Maria Maya e Rodrigo Nogueira. Espaço Laura Alvim - . Sexta e sábado, 21h. Domingo, 20h.

Lionel Fischer
Fonte: Blog Lionel Fischer
Postado por Daiane Rodrigues

Depoimento da Bárbara Vasques da peça Obituário Ideal .

Olá galera!
Hoje vamos compartilhar o depoimento da Bárbara Vasques sobre a peça “Obituário Ideal”
Bom, O que falar da Maria Maya, sempre uma fofa com todos linda e muito boa atriz!!! .
A peça Obituária Ideal é sobre um casal que está a procura da felicidade em cemitérios e eles procuram o seu obituário ideal, Maria faz uma enfermeira e o Rodrigo faz um professor de matemática eles querem chegar ao choro grave e querem sentir como é essa sensação, e ele pede que ela escreva seu obituário ideal, então ela escreve um obituário com as informações da vida dele e que morresse se suicidando, ele a ama mais ela não consegue encontrar a felicidade no amor deles, ele quer terminar com ela e ela finge não escutar!


Quando ele dá um grito e ela presta atenção, ela a mostra o resultado de seu exame e ele fala que vai resolver o problema dela, e enquanto ela pensa passa na TV, "Um jovem professor de matemática se suicida e morre ainda não se sabe o porque" e a peça termina assim, será que ela consegue sentir realmente essa sensação? Só assistindo para saber!!


Eu adorei o espetáculo, é um espetaculo que preciso ver novamente, Maria arrebentou e o Rodrigo Nogueira também recomendo a temporada dura até o dia 11 de Dezembro, Beijosss.

O blog está a cada dia mais lindo meninas!
Maria ainda vai arrastar muitos admiradores por esse mundo todo como não gostar de uma pessoa fofa como ela!

Teatro: Laura Alvim
Peça: Obituário Ideal
Data: 10/11/11
Local: Copacabana – RJ
Bárbara Vasques


Nossa querida Maria Maya, sempre simpática. Aos cariocas que ainda não tiveram a oportunidade de vê esta peça linda, corram adquire seu ingresso, é incrível, não percam está chance, um elenco magnífico, pelo depoimento da Bárbara já dá pra sentir.


De Quinta a domingo no teatro Laura Alvim em Copacabana.


Postado por Daiane Rodrigues

Restréia hoje a peça Obituário Ideal em Ipanema no Teatro Laura Alvim.

Olá Galera! :)
" Quem nunca deparou-se com alguém contando uma história sobre atração por obituários? Posso te confessar uma coisa? Meu avô adorava ler obituários, e eu adorava lê-los com ele.
Então, aproveita que eu liberei essa história e vá ler obituários da peça "Obituário Ideal" junto com Maria Maya e Rodrigo Nogueira no "Teatro Casa de Cultura Laura Alvim" que restréia nesta quinta "hoje" dia 10/11 ás 21h e continua sua temporada de quinta a sábado ás 21h00 e aos domingos ás 19h30. Sem trocadilhos sobre maquiador de obtos, hein!!! "
Crédito: Fabrizio Sá / Divulgação na página do facebook oficial Maria Maya.
Postado por Daiane Rodrigues

Mais uma crítica ótima da Peça Obituário Ideal.

Silêncio mortal para estabelecer o diálogo.

Neste inventário, mais ou menos mórbido, de nossa atualidade, o autor Rodrigo Nogueira circunda a morte como metáfora das impossibilidades daquilo que não se consegue viver. Senão, plenamente, ao menos parcialmente. Para tanto, exibe a relação de um casal, já sem condições de manipular com alguma realidade afetiva os seus mútuos sentimentos, que inicia estranha jornada em torno da estimulação da convivência através de visitas a velórios de desconhecidos. Deste ambiente, retira o pouco que ainda os mantém como par, e os resquícios para preservar seus diálogos. Diálogos entrecortados, indeterminados, vagos, inconclusivos. Para saber-se vivo, pelo menos como casal, é necessário se nutrir dos rituais da morte, para reproduzi-los como simulacros na vida em comum. A construção do texto, em cartaz na Arena do Espaço Sesc, segue como narrativa nervosamente dialogada e na ironia de suas observações triviais, o embotamento das emoções. O ruído quase permanente do que a televisão despeja do exterior, é outro dos elementos deste painel doméstico, que atinge pelo inesperado da morte, o obituário ideal. Ambientada na década de 50, a trama é de agora, com os personagens cansados de receber tantas informações e sem saber como filtrar essa realidade explodida de indícios. Como diz o homem: “é muito de tudo. Quero ser possível”. Instigante, esta “comédia noir, seja lá o que isto for”, como se anuncia no início do espetáculo, confirma o crescente domínio de Rodrigo Nogueira da escrita dramatúrgica e cênica (também assina a direção, em parceria com Thiare Maia). Com humor corrosivo, a direção propõe aos atores linha ácida, que tanto Rodrigo Nogueira (com carga maior na composição), quanto Maria Maya (aderindo, decisivamente, às oscilações imprevisíveis da personagem) desempenham com integral cumplicidade.

macksenr@gmail.com


Fonte: Macksen Luiz

Postado Por Daiane Rodrigues

PROMOÇÃO RELÂMPAGO , não percam tempo Cariocas, (obituário ideal) te dá um par de ingressos , basta responder as perguntas a baixo

SÓ PODE PARTICIPAR ACIMA DE 14 ANOS.

Olá Galera do Rio de Janeiro..
Estamos premiando dois pares de ingressos, um para dia 03-11 (amanhã) e outro para dia 04-11 (Sexta) , Estaremos divulgado o de amanhã as 12h00 o do dia 04/11 as 14h00.
Peça: Obituário Ideal no SESC Copacabana.

Instruções:
A resposta mais criativa será o ganhador
Só pode participar uma vez.
Mandar a resposta no e-mail para bloggermariamaya@gmail.com com nome completo e nº de RG.

SINOPSE
Com humor ácido, o texto conta a história de um casal de trinta e poucos anos (ela enfermeira e ele professor de matemática) que, anestesiado pela banalização da violência no dia a dia e na mídia, não consegue mais entrar em contato com seus sentimentos. Por isso passa a ir a enterros de desconhecidos para chorar.

Através do choro, os dois conseguem entrar em contato com suas emoções perdidas, e começam a se redescobrir como casal. Mas, querendo mergulhar cada vez mais nesta redescoberta, o casal sai em busca do ‘choro grave’ – o choro supostamente mais dolorido. Assim, procuram enterros cada vez mais chocantes para se emocionar, pois acreditam que “enterro de velho não emociona”, “morte natural não faz mais chorar”, “velório de rico é muito frio”. E se perguntam: até onde podem ir na tentativa de viver uma sensação de plenitude? Qual seria o obituário ideal?


Esolha a 1 ou 2 para responder , a terceira e obrigatória .

1-) Ser feliz ou ter razão , por que ?
2-) você faria a diferença para salvar seu relacionamento ?
3-) Porque você merece ganhar os ingressos?

LEMBRANDO: A Resposta mais criativa será o ganhador.

Obs: Mandaremos um e-mail informando que o ingresso estará na bilheteria e para que não esqueça de levar o RG.Não percam, conto com a participação de vocês.


Pessoal que não ganhar , não fiquem triste, pois você dizendo que viu a promoção pelo blog , vocês teram 50% desconto, valendo apenas esse final de semana.

Colaboração: Maria Maya
Obrigada a todos.
BOA SORTE!!!

Postado por Daiane Rodrigues

Crítica da peça obituário.

Ponto Para a dramaturga nacional.
Com algo de Herold Pinter, texto de Rodrigo Nogueira resulta em montagem interessante.

'Obituário Ideal'

Espaço Sesc - Copacabana
Barbara Helidora

Treato - Crítica

É difícil com compreender por que, no programa de "Obituária ideal", Rodrigo Nogueira não aparece como autor, mas apenas como responsável por "história e diálogos", enquanto o espetáculo é dirigido por Thiare Maia e Rodrigo Nogueira, mas com "orientação teatral" de Bel Garcia, Haroldo Rego e João Fonseca. Na verdade, o texto é interessante, principalmente porque escapa do neogramático desabrido e sem caminho e encontra uma forma para expor seu conteúdo.

Desde o início da ação, o casal que compõe o elenco já apresenta problemas de comunicação de níveis extremos, bem caracterizados pelos silêncios ao contrato físico - as quebras frenéticas que levam ao afastamento dos dois recebem, em alguns momentos, diálogos que lembram o teatro do absurdo, com o todo conduzindo a um fim inevitável. A Falta de comunicação dessa dupla, que busca em enterros um caminho para a recuperação das emoções, tem algo também de Harold Pinter, onde os personagens criam eles mesmo as barreiras que depois não conseguem superar. No caso de “Obituário Ideal”, mais da oarte do que dele, tudo com resultado bastante interessante.
A encenação tem cenário de Aurora dos Campos com toques realistas que ressaltam a arbitrariedade da vida do casal. Os figurinos de Gabriela Campos vestem bem as mudanças da ação. A trilha de Rodrigo Marçal é boa, assim como a luz Renato Machado. A direção, a princípio, sugere que tudo que passa por volta dos anos 1950, mas na parte final usa recursos da mais recente tecnologia; a não ser por isso, a ação é bem condizente com o texto ( o que não surpreende, com autor dirigindo e interpretando).

As atuações de Maria Maya e Rodrigo Nogueira , inteiramente alinhadas com o tom de texto, são muitos boas, principalmente porque, dentro das exigência formais, ficam claramente estabelecidas as personalidades dos dois, como diferentes e seus conflitos. Maria Maya tem a tarefa mais difícil das duas, já que o personagem de Rodrigo Nogueira tem momentos de alívio emocional, enquanto ela é sempre prisioneira do abandono da emoção. Mas tanto ela quanto ele se saem muito bem, com atuações firmes e conscientes. É sempre bom ver progresso da dramaturgia bacional, e que os atores estão prontos para servi-la.

Fonte: Twitter Maria Maya

Postado por Daiane Rodrigues

Agora é ahora do OBITUÁRIO IDEAL! :)

Cariocas, que tal ver uma peça maravilhosa neste final semana? Em elenco Maria Maya e Rodrigo Nogueira?

Temos a certeza que vocês não vão se arrepender, porém és um espétaculo incrivel... :)




Corram e adquirem seus ingressos, abaixo mais informações:




OBITUÁRIO IDEAL
Direção de Rodrigo Nogueira e Thiare Maia.

Um casal, anestesiado pela banalização da violência do dia a dia e na mídia, passa a ir a enterros de desconhecidos para chorar. Através do choro, eles voltam a entrar em contato com seus sentimentos. Com o tempo, passam a procurar enterros que choquem cada vez mais. E se perguntam: qual seria o obituário ideal? Texto de Rodrigo Nogueira. Direção de Rodrigo Nogueira e Thiare Maia.

27 de Outubro à 06 de Novembro
Quinta a sabados às 21h00.
Domingo 19h30.

R$ 5 (comerciários)
R$ 10 (estudantes, idosos)
R$ 20. [14 anos] Espaço Sesc.
Cariocas aproveitam a oportunidade.




Obrigada pela visita.




Fonte: Sesc - Rio de Janeiro




Postado por Daiane Rodrigues

Maria Maya estreia a peça 'Obituário Ideal' para família e amigos

Ao lado do premiado dramaturgo Rodrigo Nogueira, a atriz Maria Maya estreia no Rio a peça 'Obituário Ideal'

Maria Maya (30) foi prestigiada na noite deste sábado, 22, durante a pré-estreia da peça Obituário Ideal, escrita pelo premiado dramaturgo Rodrigo Nogueira, que estrela a peça ao lado da atriz.A dupla recebeu o carinho da família e dos amigos durante a festa realizada no Teatro de Arena do Espaço SESC, em Copacabana, Rio de Janeiro.
A peça conta a história de um casal de trinta e poucos anos (ela enfermeira e ele professor de matemática), anestesiado pela banalização da violência no dia a dia e na mídia, em busca de meios para entrar em contato com seus sentimentos.Confira as fotos de quem passou por lá! Tags desta notícia: Maria Maya, obituario ideal, peça, Rodrigo nogueira

Filha & Mãe Linda Maria Maya & Mamãe Cininha de Paula Linda Maria Maya , Xuxa Lopes & Rodrigo Nogueira
Miguel Falabella , Natalia Lage & Linda Maria Maya
Linda Maria Maya & Vitoria Frate
Linda Maria Maya & Miguel Falabella Linda Maria Maya & Morena

Os maravilhos Rodrigo Nogueira & Maria Maya Natalia Lage & Linda Maria Maya
Pedro Brandão & Bianca Ben Xuxa Lopes & Miguel Falabella
Guilherme Leme Alcione Mazzeo
João Velho Anderson Muller
Charles Daves & Renata Ghelli Francisco Franca & Cristiana Kalache
Karin Roepke Leilah Moreno & Beto Arrudo
Vitoria Frate
Pedro Herinque Monteiro
Postado Deise Rodrigues