Então, aproveita que eu liberei essa história e vá ler obituários da peça "Obituário Ideal" junto com Maria Maya e Rodrigo Nogueira.
Vejam agenda abaixo:
10 de Agosto / SESI Campos – 20h00
11 de Agosto / SESI Itaperuna – 20h00

Maria Maya na festa Funfarra, em Curitiba (Foto: André Muzell/Ag News)
Pedro Neschling comanda festa Funfarra em Curitiba (Foto: André Muzell/Ag News)
Fonte: EGO
Postado por Daiane Rodrigues
Após conceder uma coletiva de imprensa, Maria Maya arrancou aplausos de uma multidão na 21ª edição do Festival de Teatro de Curitiba. A atriz apresentou, junto com Rodrigo Nogueira, a peça “Obituário Ideal” na noite de sábado (31) e a dedicou ao tio e padrinho de batismo, Chico Anysio, que morreu no último dia 23.
Na telinha com a novela “Aquele Beijo”, Maria contou que consegue conciliar o trabalho da televisão e do teatro. "Quanto mais trabalho você tem, você consegue fazer mais. Isso aconteceu em quase todas as novelas que eu fiz”, disse ela que apesar de já ter atuado em duas tramas assinadas por Miguel Falabella, “Aquele Beijo” e “Salsa e Merengue”, ainda não participou de peças do autor. Ainda não tive esse prazer, mas o Falabella é um dos meus padrinhos na televisão." 
Maria Maya apresenta a peça “Obituário Ideal”, no Festival de Teatro de Curitiba, no Paraná, nesta sexta-feira (30) e no sábado (31). A peça fala de um casal que frequenta enterros de desconhecidos A atriz contracena com Rodrigo Nogueira, ator e autor da peça.
Fonte: Boa Informação
Maria Maya subiu ao palco do teatro do Sesc da Esquina, em Curitiba, para encenar a peça “Obituário Ideal”, na noite desta sexta-feira (30). Na apresentação, que faz parte do Festival de Teatro de Curitiba e se repete no sábado (31) às 21h no mesmo local, a atriz dividiu a cena com Rodrigo Nogueira, também autor do espetáculo, que conta a história de um casal anestesiado pela violência do cotidiano, que começa a ir a enterros de desconhecidos para chorar, passando a procurar velórios cada vez mais chocantes até chegar ao título da montagem.
A ação das cenas faz com que Maria troque de roupa cinco vezes no espetáculo. “A gente está lindo em cena. Em toda peça ele fica de cueca do meu lado”, brincou. Nogueira devolveu. “Eu acho que o público merece ver a Maria de calcinha e sutiã no palco”.
Na coletiva de imprensa realizada durante o dia, a atriz falou sobre a morte de Chico Anysio, de quem é sobrinha-neta. “Há uma semana, perdi meu tio. Infelizmente não poderei estar na missa de sétimo dia, mas estarei em cena, fazendo o que ele mais gostava: atuar. É uma data emotiva para mim".
OBITUÁRIO IDEAL
COMÉDIA
Com humor ácido, o texto conta a história de um casal de trinta e poucos anos que, anestesiado pela banalização da violência, não consegue mais entrar em contato com seus sentimentos e passa a ir a enterros de desconhecidos para chorar. Ao chorar, os dois personagens reencontram emoções perdidas e começam a se redescobrir como casal. Ao mergulhar cada vez mais nesta redescoberta, o casal sai em busca do ‘choro grave’ – o choro supostamente mais dolorido - e passa a procurar enterros cada vez mais chocantes, enquanto se pergunta até onde pode ir na tentativa de viver uma sensação de plenitude. Qual seria o obituário ideal?
Teatro – Sesc da Esquina
Data: 30 e 31 de Março
Hora: 21h00
Platéia: 184 lugares
Inteira: R$ 50,00
Meia: R$25,00
Rua: Visconde Rio Branco, 969 – Mercês
Cidade: Curitiba – PR.


Aproveitamos está postagem, cariocas, ver dupla Maria & Rodrigo , atuando em obituário ideal , foi de uma grandeza especial, uma peça com um texto maravilhoso, onde consegue levar a platéia de risos a tensos momentos , uma historia que se de certa forma vem acontecendo com as pessoas , vale apena assisti , trabalho corporal dos dois é impressionante , com momentos que só lá vai ter , fixo aquele humor na busca do choro , uma historia totalmente diferente do vamos buscar , uma coisa onde você sai pensando , então que ainda não assistiu, o que estão esperando para sentir está sensação?
postado por Daiane Rodrigues
sentimentos, anestesiados pela banalização da violência pela mídia. A solução encontrada pelo casal é totalmente inusitada: eles passam a frequentar enterros de desconhecidos para chorar. Através do pranto coletivo, os dois revivem emoções perdidas, e começam a se redescobrir como casal – ainda que, a fim de ir mais fundo nesta redescoberta, estejam sempre em busca de situações mais doloridas, em enterros cada vez mais chocantes.
"Um jovem casal, anestesiado pela banalização da violência, não consegue mais entrar em contato com seus sentimentos. Por isso passa a ir a enterros de desconhecidos para chorar. Através do choro, os dois conseguem entrar em contato com suas emoções perdidas, e começam a se redescobrir como casal. Mas, querendo mergulhar cada vez mais nesta descoberta, o casal sai em busca do 'choro grave' - o choro supostamente mais dolorido. Assim, procuram enterros cada vez mais chocantes para se emocionar. E se perguntam: até onde podem ir na tentativa de viver uma sensação de plenitude? Qual seria o obituário ideal?"
Extraído do release que me foi enviado, o fragmento acima sintetiza o enredo de "Obituário ideal", de autoria de Rodrigo Nogueira. Em cartaz no Espaço Sesc, a montagem tem direção assinada por Nogueira e Thiare Maia (com orientação de Bel Garcia e João Fonseca), estando o elenco formado por Rodrigo Nogueira e Maria Maya.
contundente, diálogos fluentes e situações impactantes e inesperadas. E sua transposição cênica está em perfeita sintonia com seus principais conteúdos, cabendo ressaltar a originalidade das marcações e o esmerado trabalho no tocante aos tempos rítmicos.
Bom, O que falar da Maria Maya, sempre uma fofa com todos linda e muito boa atriz!!! .

SÓ PODE PARTICIPAR ACIMA DE 14 ANOS.
Espaço Sesc - Copacabana
Barbara Helidora
Treato - Crítica
É difícil com compreender por que, no programa de "Obituária ideal", Rodrigo Nogueira não aparece como autor, mas apenas como responsável por "história e diálogos", enquanto o espetáculo é dirigido por Thiare Maia e Rodrigo Nogueira, mas com "orientação teatral" de Bel
Garcia, Haroldo Rego e João Fonseca. Na verdade, o texto é interessante, principalmente porque escapa do neogramático desabrido e sem caminho e encontra uma forma para expor seu conteúdo.
Desde o início da ação, o casal que compõe o elenco já apresenta problemas de comunicação de níveis extremos, bem caracterizados pelos silêncios ao contrato físico - as quebras frenéticas que levam ao afastamento dos dois recebem, em alguns momentos, diálogos que lembram o teatro do absurdo, com o todo conduzindo a um fim inevitável. A Falta de comunicação dessa dupla, que busca em enterros um caminho para a recuperação das emoções, tem algo também de Harold Pinter, onde os personagens criam eles mesmo as barreiras que depois não conseguem superar. No caso de “Obituário Ideal”, mais da oarte do que dele, tudo com resultado bastante interessante.
A encenação tem cenário de Aurora dos Campos com toques realistas que ressaltam a arbitrariedade da vida do casal. Os figurinos de Gabriela Campos vestem bem as mudanças da ação. A trilha de Rodrigo Marçal é boa, assim como a luz Renato Machado. A direção, a princípio, sugere que tudo que passa por volta dos anos 1950, mas na parte final usa recursos da mais recente tecnologia; a não ser por isso, a ação é bem condizente com o texto ( o que não surpreende, com autor dirigindo e interpretando).
As atuações de Maria Maya e Rodrigo Nogueira , inteiramente alinhadas com o tom de texto, são muitos boas, principalmente porque, dentro das exigência formais, ficam claramente estabelecidas as personalidades dos dois, como diferentes e seus conflitos. Maria Maya tem a tarefa mais difícil das duas, já que o personagem de Rodrigo Nogueira tem momentos de alívio emocional, enquanto ela é sempre prisioneira do abandono da emoção. Mas tanto ela quanto ele se saem muito bem, com atuações firmes e conscientes. É sempre bom ver progresso da dramaturgia bacional, e que os atores estão prontos para servi-la.
Fonte: Twitter Maria Maya
Postado por Daiane Rodrigues
Um casal, anestesiado pela banalização da violência do dia a dia e na mídia, passa a ir a enterros de desconhecidos para chorar. Através do choro, eles voltam a entrar em contato com seus sentimentos. Com o tempo, passam a procurar enterros que choquem cada vez mais. E se perguntam: qual seria o obituário ideal? Texto de Rodrigo Nogueira. Direção de Rodrigo Nogueira e Thiare Maia.
Filha & Mãe
Linda Maria Maya & Mamãe Cininha de Paula
Linda Maria Maya , Xuxa Lopes & Rodrigo Nogueira